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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

HOMENAGEM AO CLÁUDIO TORRES

MESA REDONDA – O MEDITERRÂNEO ISLÂMICO E MEDIEVAL

BALANÇO E NOVAS PERSPECTIVAS

HOMENAGEM AO CLÁUDIO TORRES

Sexta-feira 19 de Abril de 2013

Anfiteatro 1 Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

MESA REDONDA - DESENVOLVIMENTO, PATRIMÓNIO E MUNDO RURAL

Sábado, 20 de Abril de 2013

Sede da Associação para a Defesa do Património de Mértola

10:00 Sessão de abertura.

Representantes da Câmara Municipal de Mértola (a confirmar), do Campo Arqueológico de Mértola e da Associação para a Defesa do Património de Mértola

Apresentação – Dr. Jorge Revez (ADPM)

10:30 Camilo Mortágua

11:00 Prof. Doutor Fernando de Oliveira Batista (ISA)

11:45 Prof. Doutor João Guerreiro. Magnífico Reitor da Universidade do Algarve

12:15 Dr. Ana Paula Amendoeira (ICOMOS)

12:45 Prof. Doutor Juan Zozaya Stabel-Hnasen (AEAM)

13:00 Encerramento – Prof. Doutora Conceição Lopes (CEAUCP-CAM)                                                           

"A redução do número de camas não leva necessariamente a uma redução da despesa"

Soube nestes últimos dias que há a intenção por parte do Conselho de Administração da ULSBA, de reduzir o número de camas do hospital em cerca de 4 dezenas.
Soube também que essa é uma consequência do anúncio do governo de pretender reduzir o número de camas hospitalares para diminuir os custos em Saúde, como se o SNS não estivesse a funcionar convenientemente.

A ULSBA incentivou nos últimos anos, a aposta na cirurgia do ambulatório, como uma boa medida de gestão, apesar de ter encontrado algumas dificuldades por falta de apoios adequados na comunidade, que impediam altas mais precoces em muitas situações.
Segundo o relatório da OCDE de 2011, Portugal tem apenas 3,3 camas/1000 habitantes, contra uma média de 4,9 na OCDE e 8,2 na Alemanha.
Portugal tem um tempo médio de internamento, por todas as causas, somente de 5,9 dias, contra uma média de 7,2 dias na OCDE e 9,7 dias na Alemanha.
Pela experiência e pelas medidas já anteriormente tomadas, pelo órgão de gestão do qual fiz parte, não vejo espaço por onde reduzir mais camas sem prejudicar potencialmente os doentes, pois ter-se-á de ter em conta que no Baixo Alentejo, as distâncias são um factor relevante no acesso aos cuidados de saúde.
A redução do número de camas não leva necessariamente a uma redução da despesa, porque os doentes continuam a precisar de serem tratados.
Segundo a OMS, o ideal é que existam 4,5 camas por cada 1000 habitantes, podendo justificar-se mais em caso de necessidade.
Como se pode concluir facilmente, segundo as estatísticas da OCDE, reduzir ainda mais o número de camas hospitalares em Portugal certamente irá afetar a acessibilidade dos doentes aos cuidados de saúde e colocar o nosso país, e a ULSBA em particular, num patamar inferior de qualidade do SNS, que funciona no limite da excelência, e que atualmente já não está a responder às necessidades de muitos doentes.
Assim, não consigo descortinar como será possível continuar a cortar na saúde, sem piorar todas aquelas circunstâncias.

José Mestre

Comentários recentes

  • Anónimo

    ????????????????????

  • Anónimo

    Ninguém comenta a capa verde?

  • Anónimo

    Obrigado caro amigo. Um grande abraço. Ricardo (Se...

  • Ana Matos Pires

    Sim, vai seguir mail e o jornal fará o que entende...

  • Anónimo

    Dra,, esse reparo devia ser enviado directamente a...

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