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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Carlos Afonso morreu

Carlos Augusto Afonso, o “Bife” para os amigos, morreu no dia 9, aos 59 anos, vítima de doença prolongada e foi enterrado esta tarde no Cemitério de Beja. Era funcionário da Assembleia Distrital de Beja.

Soube da sua morte, pouco tempo antes do funeral, através de uma mensagem de um amigo comum, no facebook.

Fui seu vizinho, quando vim morar para Beja, seu colega no 2º ano do Liceu e voltei a relacionar-me com ele na Assembleia Distrital de Beja.

Não fomos muito íntimos, mas eu gostava dele e julgo que ele também me estimava. Fui dizer-lhe o último adeus.

À família enlutada apresento os meus sentidos pêsames.

FENAREG e FAABA contestam posição do Ministério da Agricultura sobre a entrega da gestão da rede secundária de Alqueva à EDIA

FENAREG e FAABA afirma em comunicado que:

Os fundamentos legais apresentados pelo Ministério para justificar a decisão da concessão dos blocos de rega da rede secundária de Alqueva à EDIA são baseados numa interpretação parcial da lei e numa falsa experiência de gestão pela EDIA.

O regime jurídico dos aproveitamentos hidroagrícolas (Decreto-Lei n.º 86/2002 de 6 de Abril), na concessão das obras de rega, estabelece o direito de preferência às Associações de Regantes e Beneficiários, entidades do tipo associativo que representem a maioria dos agricultores beneficiários. Ao abrigo desta legislação, desde 2002, outras obras de rega que integram outros empreendimentos de fins múltiplos foram todas concessionadas a Associações de Regantes, inclusive dos próprios blocos de rega do EFMA: a infra-estrutura 12, no caso da ABORO, desde 2007.

Reafirmamos que o modelo que existe de gestão dos blocos de rega pelos agricultores é auto sustentável e que tem proporcionado a implementação e desenvolvimento da actividade de regadio.

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