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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Nuno Mascarenhas candidato do PS à Câmara de Sines

Nuno Mascarenhas foi confirmado pela Comissão Política Concelhia de Sines do PS como candidato à Câmara Municipal de Sines nas próximas eleições autárquicas.

Natural de Sines, o candidato, 45 anos, licenciado em economia, exerce funções de chefe de divisão da Administração do Porto de Sines.
É atualmente vereador da Câmara Municipal de Sines, cargo que desempenhou nos mandatos 1998-2001 e 2005-2009.
Nuno Mascarenhas é o único candidato conhecido, até hoje, à presidência da Câmara de Sines nas eleições deste ano.

Politicamente incorrecto

Nestes tempos em que cai bem o populismo de dizer mal da política e dos políticos, permitam-me fazer aqui algumas reflexões contra a corrente.

Embora ache que muitos políticos têm contribuído muito, pela sua acção, para o descrédito da política e dos políticos, considero que ainda existem muitos políticos que exercem as suas funções com dedicação, preocupando-se apenas em servir as populações e gerir a coisa pública da melhor forma que conseguem. Não me parece, por isso, que a melhor forma de recuperar a política como forma de servir as comunidades seja metendo todos no mesmo saco.

Embora ache que devem ser criadas condições para impedir que alguns políticos se perpetuem nos seus lugares, não simpatizo com a lei que proíbe alguns de se recandidatarem depois de três mandatos consecutivos. Preferia que fossem afastados os corruptos e que enriqueceram depois da sua entrada na política. Bastava que tivessem de justificar como enriqueceram. Não me parece que afastando alguns, que exerceram “sem mácula” as suas funções, apenas porque o fizeram por demasiado tempo, e permitindo que outros, que têm como principal intenção servirem-se das funções para que foram eleitos em seu benefício, “amanhando-se” o mais depressa que conseguem, continuem, seja uma boa forma de recuperar a política como actividade digna e que deve ser dignificada.

Julgo que as medidas administrativas para se alcançar qualquer objectivo deviam ser tomadas pela positiva – igualdade de género, por exemplo – e não pela negativa – limitação de mandatos, por exemplo.

Comentários recentes

  • Anónimo

    O Lagar é uma pena (o que não se fazia com 3,5 mil...

  • Anónimo

    ????????????????????

  • Anónimo

    Ninguém comenta a capa verde?

  • Anónimo

    Obrigado caro amigo. Um grande abraço. Ricardo (Se...

  • Ana Matos Pires

    Sim, vai seguir mail e o jornal fará o que entende...

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