Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Hortênsia Menino substitui Carlos Pinto de Sá na Câmara de Montemor-o-Novo

Zé LG, 02.12.12

A vice-presidente da Câmara de Montemor-o-Novo, Hortênsia Menino (CDU), assume este sábado a presidência do município, após a saída do histórico autarca Carlos Pinto de Sá, que ocupou o cargo durante cinco mandatos consecutivos.

Carlos Pinto de Sá anunciou no início de novembro que ia cessar as suas funções de presidente da autarquia a partir de 1 de dezembro, “por vontade própria e após aprofundada reflexão no seio da CDU e do PCP”.

Na altura, numa declaração enviada à agência Lusa, indicou que, num período inicial, ia suspender o mandato e, num prazo que dependerá de questões de ordem profissional, apresentar a renúncia.

Devido à limitação de mandatos, Carlos Pinto de Sá está impedido de se recandidatar à presidência do município nas eleições autárquicas do próximo ano.

Militante do PCP desde 1974, Carlos Pinto de Sá, de 54 anos, professor de economia na Universidade de Évora, presidia à Câmara de Montemor-o-Novo desde as eleições autárquicas de 1993, sempre eleito pela CDU e sempre com maioria absoluta.

João Caldeira, o quinto elemento da lista da CDU à Câmara de Montemor-o-Novo nas últimas autárquicas, vai ocupar a vaga deixada na vereação.(LUSA)

António Zambujo nº1 da BLITZ em 2012

Zé LG, 02.12.12

Vencedor do título de Melhor Disco Português do Ano para a BLITZ dá ainda os parabéns aos demais integrantes da lista. Veja aqui as suas declarações.

António Zambujo, cujo álbum Quinto foi eleito pela BLITZ como o Melhor Disco Português de 2012, agradeceu a distinção e disse esperar continuar "a corresponder às expectativas".
"Queria agradecer ao pessoal da BLITZ por ter escolhido o meu disco como o melhor disco de 2012. Já tinha entrado no pódio em 2010, quando saiu o Guia , agora [sou] novamente eleito e fico muito feliz", disse o cantor e compositor.

"Espero que cada disco novo que saia continue a corresponder às expectativas, e que com isso consigamos continuar a fazer o que mais gostamos: tocar e cantar", acrescentou a voz de "Flagrante".
"Fico feliz por todos os que estão nesta lista, principalmente a Carminho, o Miguel Araújo e a Ana Moura (13º?!), porque são artistas que admiro muito e cuja carreira acompanho de perto.  Viva a música portuguesa!".

Em defesa das funções sociais do Estado consagradas na Constituição da República

Zé LG, 01.12.12

As funções sociais do Estado são indissociáveis da qualidade de vida dos cidadãos e do desenvolvimento do país. Foi com o 25 de Abril de 1974 que a generalidade das pessoas idosas passou a ter direito a pensões e reformas; foi construído um Serviço Nacional de Saúde assente na universalidade e qualidade, que permitiu ganhos substantivos em saúde, como o aumento da esperança de vida e a redução da mortalidade infantil; democratizou-se o ensino, foi prolongada a escolaridade obrigatória e desenvolveu-se o acesso gratuito a todos os níveis de ensino.

Estas funções sociais estão a ser postas em causa pelas políticas de austeridade do Governo do PSD-CDS. O anúncio de uma redução de 4.000 milhões de euros na Saúde, na Educação e na Segurança Social, a concretizar-se, porá em causa o próprio Estado Social.

Portugal não está, apenas, confrontado com um problema de ordem financeira, mas, sobretudo, com uma questão marcadamente ideológica de subversão da C.R.P. no que respeita a direitos, garantias e princípios, nomeadamente os que consagram a coesão social e o bem-estar das pessoas.

É necessário sublinhar que o Estado Português está abaixo da média europeia no que respeita a gastos com as funções sociais, embora essa realidade seja frequentemente deturpada. É ainda necessário ter presente que a destruição das funções sociais do Estado e a privatização dos serviços públicos, a par do aumento do desemprego, da precariedade, de salários cada vez mais reduzidos e do agravamento das condições de vida da população, fariam eclodir desigualdades sociais ainda mais profundas e explodir rupturas sociais gravíssimas.

O país não está condenado à espiral de recessão, empobrecimento, e também à fome que já atinge as famílias, crianças e idosos.

Por estas razões, os/as subscritores/as da presente Petição, que pagam os seus impostos e contribuições, exigem que os princípios da universalidade e da solidariedade dos Serviços Públicos e das Funções Sociais do Estado sejam respeitados, tal como a Constituição da República consagra.

Os peticionários consideram indispensável uma mudança de política urgente que assegure o crescimento e o desenvolvimento económico, aposte na produção nacional, crie mais e melhor emprego, promova uma justa distribuição da riqueza e garanta a defesa e melhoria das Funções Sociais do Estado.

--------

CLIQUE AQUI PARA ASSINAR

Pág. 8/8