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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Bom Ano de 2013!

Desejar um Bom Ano Novo, na situação que estamos a atravessar e face às perspectivas anunciadas, pode parecer uma (quase) provocação. De facto não existem muitas razões para encararmos o Novo Ano com expectativas animadoras. Mas, partindo dessa pouco animadora perspectiva, talvez possamos fazer alguma coisa para que 2013 não seja tão mau como está anunciado.

Se tivermos saúde, que desejo a todos, se não nos acomodarmos e participarmos activamente na nossa vida colectiva, como espero que aconteça, talvez consigamos que 2013 seja o ano de todas as mudanças necessárias para que sejamos mais felizes. Aceitemos, por isso, o desafio de sermos construtores do nosso devir colectivo, recusando o papel de espectadores que alguns nos querem reservar.

Por isso, atrevo-me a provocá-los e desejar-lhes um Bom Ano de 2013! 

Balanço rápido de 2012

O ano de 2012 foi um ano bom porque: nasceu a minha filha mais nova, o meu filho adaptou-se bem à escola onde entrou e tem bons apoios, foram-me proporcionados novos desafios profissionais, criámos o movimento independente e plural “Por Beja com todos”, realizou-se a maior manifestação de sempre de contestação da política seguida pelo governo.

O ano de 2012 foi um ano mau porque: a minha filha mais velha fez uma fractura, registou-se uma quebra no rendimento familiar, adensou-se a indefinição sobre a gestão do Parque de Feiras e Exposições de Beja, pararam as obras nas estradas de acesso a Beja, atrasaram-se as obras do regadio de Alqueva, acentuou-se a política de empobrecimento de Portugal e dos portugueses, cujas perspectivas para 2013 são de agravamento e não surgiu uma alternativa credível a este governo e a esta política.

 

Este é o meu balanço ao ano de 2012, feito com base nas impressões mais marcantes neste momento. Seguramente terão existido outros acontecimentos igualmente ou mais positivos e negativos, como seja, neste último caso, o falecimento de pessoas que nos ficaram a fazer falta…

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  • Anónimo

    É para chorar... Assim, como querem fixar populaçã...

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