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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A febre consumista

Saí de casa para ir a uma das grandes superfícies comprar umas roupas, aproveitando os descontos publicitados.

Quando cheguei e vi o parque de estacionamento cheio comecei a arrepender-me da decisão de ir às compras. Mas uma vez que estava ali decidi entrar, mas já com pouca convicção. Entrei, dei uma volta e quase já não olhei para as coisas e saí.

Resolvi dar mais uma volta pelas outras secções. Em cada uma que entrei pareceu-me estar mais gente do que na anterior.

Rapidamente voltei a casa, pensando na experiência. E concluí que naturalmente rejeito o consumismo e não gosto de ajuntamentos / multidões.

É evidente que a maioria das pessoas vai às compras nestas alturas, porque é quando tem oportunidade e na procura de preços mais baixos, que lhes permita comprar o que noutras condições não pode.

Mas será que, mesmo assim, não se compra muita coisa só por comprar? Já não falo do essencial, mesmo do que não o sendo se gosta de ter ou de oferecer porque tem alguma utilidade. Não se compra muita coisa por comprar, para arrumar e não usar ou deitar fora numa próxima arrumação?

Se em vez destes rituais, nestas épocas pré-determinadas, comprássemos apenas quando temos necessidade ou, mesmo, nos dá prazer ter ou oferecer não pouparíamos um bocado e não evitaríamos o desperdício?

Talvez um dos aspectos positivos da austeridade que nos estão a impor seja o refreamento desta febre consumista. Talvez ela nos ajude a fazer uma mais adequada avaliação das necessidades e dos valores. Talvez passemos a valorizar mais o ser do que o ter, o que não deixará de ser uma ironia deste destino que nos estão a determinar…

Florival Baiôa afirma que a ADPCRB pode “fechar a porta”

Florival Baiôa considera que a sobrevivência de muitas associações está em causa, devido aos valores dos subsidios atribuidos pela Câmara de Beja neste ano de 2012 e exige uma política de "verdade" à autarquia.

A Associação de Defesa do Património Cultural da Região de Beja vai receber 250 euros, no ano passado tinha recebido 750, um valor que deixa Florival Baiôa, quase sem palavras. O presidente da associação considera que sem o mínimo esforço das entidades locais e regionais a sobrevivência das associações poderá estar em causa e exige à autarquia uma politica de mais “verdade”.

António Matos Recto candidato do MICRE a presidente da Câmara do Redondo

O Movimento Independente do Concelho do Redondo (MICRE) nomeou António Matos Recto como candidato a presidente da Câmara do Redondo.

O MICRE surgiu em 2005 tendo ganho as eleições nesse ano e em 2009 liderados por Alfredo Barroso, presidente da Câmara há 29 anos e que, por isso, se encontra impedido de candidatar devido à lei de limitação de mandatos autárquicos.

Foto: Câmara Municipal do Redondo

Copiado daqui.

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