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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"Extinção e fusão de freguesias: uma tragicomédia em seis actos e um epílogo"

Como se pode ler na última edição do Diário do Alentejo, também no nosso distrito são várias as vozes a levantar-se contra esta proposta, desde partidos políticos, a juntas de freguesia e a câmaras municipais. Autarquias como Aljustrel, Ourique, Mértola, Serpa ou Santiago do Cacém, já se manifestaram publicamente contra as alterações nos seus municípios e preparam acções concretas para as contestar.

Enquanto isso, ainda segundo este trabalho do DA, o presidente da Câmara de Beja, com a sua habitual ambiguidade, limita-se a dizer que se mostra “…contrário a qualquer proposta sem que haja um estudo aprofundado sobre a realidade do território do concelho, não compreendendo as razões para que a freguesia de Mombeja seja integrada em Santa Vitória e Quintos na freguesia da Salvada. “. Ou seja, sem se manifestar frontalmente contra, limita-se a questionar porque vai Mombeja juntar-se a Santa Vitória (e não a Beringel?) e Quintos à Salvada (e não a Baleizão?), sem se pronunciar sobre as restantes freguesias que vão ser agregadas (São Brissos, Trindade e as urbanasa) ou sobre iniciativas que contrariem estas medidas.

Tal como escrevíamos em 24 de Junho de 2011, no Correio Alentejo, acerca da sua posição sobre esta imposição antidemocrática do memorando no Poder Local Democrático, apetece terminar com a mesma frase (com as devidas alterações, entretanto verificadas): “Assim, não será de estranhar se vermos, um dia destes, Pulido Valente a tentar convencer os autarcas e as populações das freguesias de Quintos (pequena), Salvada e Cabeça Gorda (próximas), e dos municípios de Alvito (pequeno), Cuba e Vidigueira (próximos), a iniciar o debate para a sua fusão numa só freguesia e num só município.

A bem do cumprimento do Memorando.”

Este é o Epílogo do texto de José Filipe Murteira, que pode ler na íntegra aqui.

“Governos destes são inimigos da Nação”

Tenho para mim, que se nada for feito no sentido de dar um outro rumo político, na criação de riqueza para poder ser tributada com inteira justiça, nem este governo ou qualquer outro, nos levarão pelo caminho de um futuro que nos livre desta continuada recessão e penúria. Isto, enquanto estivermos prisioneiros das condições impossíveis de cumprir, por parte dos nossos credores, que parecem pouco ou nada interessados em ajudar-nos a sair deste atoleiro. Depois, não é com uma carga tributária cega do "custe o que custar", que se desenvolve a retoma da economia mas, antes a destruição completa do poder de compra dos cidadãos, e dos empresários para poderem investir e criar consequentemente emprego. Aqueles que nos exigem hoje, são alguns dos que ontem, praticaram políticas de destruição do nosso então já frágil aparelho produtivo. A Europa Comunitária, aliada a um Capital guloso e selvagem, pagava antes para não produzirmos, ao mesmo tempo que abria os cordões à bolsa de Bruxelas com fundos a torto e a direito, gastos cá sem controlo nem estudos da sua rendibilidade e muito menos a fiscalização da sua justa aplicação. Em face disto, os oportunismos e a corrupção andaram impunemente de braço dado ao sabor da "santa democracia que nos tem desgovernado". Quando os partidos políticos, – que são a base da Democracia – não conseguem produzir governos competentes e sérios, estão a contribuir para a destruição dessa mesma Democracia, ao mesmo tempo que arruínam o futuro do Povo, conduzindo-o à mais extrema miséria. Governos destes são inimigos da Nação, pela sua má fé e incapacidade de verem mais além, do seu limitado horizonte do posso, quero e mando. A Comunidade Europeia tinha como seu principal objectivo, a criação de uma Europa Social, centrada no bem-estar dos cidadãos... puro engano: Tudo isto foi posto de parte, e hoje estamos no ponto em que estamos, submetidos à Ditadura do Défice, que nos devora a carne e os ossos, desta geração e das seguintes, numa criminosa escravatura imposta.

António Martins, a 2 de Dezembro de 2012 às 17:10, aqui.

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