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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Demita-se Senhor primeiro-ministro!

Ao embuste, sustentado no cumprimento cego da austeridade que empobrece o País e é levado a efeito a qualquer preço, soma-se o desmantelamento de funções essenciais do Estado e a alienação imponderada de empresas estratégicas, os cortes impiedosos nas pensões e nas reformas dos que descontaram para a Segurança Social uma vida inteira, confiando no Estado, as reduções dos salários que não poupam sequer os mais baixos, o incentivo à emigração, o crescimento do desemprego com níveis incomportáveis e a postura de seguidismo e capitulação à lógica neoliberal dos mercados.

Perdeu-se toda e qualquer esperança.

No meio deste vendaval, as previsões que o Governo tem apresentado quanto ao PIB, ao emprego, ao consumo, ao investimento, ao défice, à dívida pública e ao mais que se sabe, têm sido, porque erróneas, reiteradamente revistas em baixa.

O Governo, num fanatismo cego que recusa a evidência, está a fazer caminhar o País para o abismo.

A recente aprovação de um Orçamento de Estado iníquo, injusto, socialmente condenável, que não será cumprido e que aprofundará em 2013 a recessão, é de uma enorme gravidade, para além de conter disposições de duvidosa constitucionalidade. O agravamento incomportável da situação social, económica, financeira e política, será uma realidade se não se puser termo à política seguida.

Ler mais:

http://expresso.sapo.pt/carta-aberta-a-passos-coelho-na-integra=f770322#ixzz2DcwwNuY7

"Estado Social só poderá manter-se se houver dinheiro para ele"

As palavras serão sempre as palavras. E os trocadilhos que com elas podemos fazer são muitos e variados. Esticam para todos os lados que nós quisermos. E estão todos certos.
Agora há uma coisa que as palavras nunca poderão mudar ou mesmo esconder. A realidade dos factos. Pois essa permanece inalterável perante as palavras. Sejam elas quais forem.
Ora a realidade do Estado Social é que ele só poderá manter-se se houver dinheiro para tal.
E num país de que cada vez mais reformados, pensionistas e desempregados; em que todas as suas estruturas económicas foram há duas décadas quase destruídas em troca de patacos; que tem que importar 80% da sua alimentação; em que o ensino está vocacionado para formar doutores ou dar diplomas de cursos profissionais praticamente apenas em troca da frequência dos alunos. É difícil, muito difícil mesmo suportá-lo com os recursos disponíveis, e não se vislumbra grandes expectativas futuras nesse sentido.
Claro que é sempre possível enfiar a cabeça num saco, e fingir que não se percebe ou ignorar pura simplesmente a dura realidade dos factos.
E para isso servem e de que maneira, as palavras...

Comentário deixado por Bandarra, aqui, a 24 de Novembro de 2012 às 08:35.

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