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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Governo de Passos Coelho desculpa-se com a troika, para justificar as suas medidas mais impopulares

Já leram o memorando de entendimento com a troika, assinado por Portugal em Maio de 2011? Eu li. São 35 páginas, que têm servido a este governo para justificar tudo.Ainda ontem, com descaramento, um dirigente do PSD dizia que “este não era o Orçamento do PSD, mas sim da troika”! Ai sim? Então eu proponho a todos um breve exercício de leitura. Tentem descobrir, lendo o memorando, onde é que lá estão escritas as 4 medidas fundamentais pelas quais este governo vai entrar para história de Portugal!Sim, tentem descobrir onde é que lá está escrito que se deve lançar uma sobretaxa no subsídio de Natal de todos os portugueses (decidida e executada em 2011); cortar os subsídios aos funcionários públicos e pensionistas (decidido e executado em 2012); alterar as contribuições para a TSU (anunciada e depois retirada em Setembro); ou mexer nas taxas e nos escalões do IRS, incluindo nova sobretaxa (anunciados no Orçamento para 2013), e definidos pelo próprio ministro das Finanças como “um aumento enorme de impostos”?Elas foram, única e exclusivamente, “iniciativas” do Governo de Passos Coelho, que julgava atingir com elas certos objetivos, esses sim acordados com a “troika”.Importa-se de repetir, senhor Gaspar? É capaz de me dizer onde é que está escrito no “memorando de entendimento” que em 2013 o IRS tem de subir 30 por cento, em média, para pagar a sua inépcia e a sua incompetência?

Para ler o memorando vá a: (http://www.portugal.gov.pt/media/371372/mou_pt_20110517.pdf)

Trechos da crónica de Domingos do Amaral

“Era importante e simpático que nos avisassem”

De acordo com Manuel castro e Brito, presidente da ACOS, os resultados negativos da EXPOBEJA devem-se não apenas ao momento económico e financeiro atual, mas “sobretudo à prática que foi imposta pela autarquia na gestão da empresa, uma prática que revela uma visão política e de Estado, que não se coaduna com o mundo empresarial. O Parque de Feiras e Exposições de Beja foi uma grande conquista e deve funcionar em prol do desenvolvimento da região e não para fazer política”, sustenta castro e Brito.

“Era importante e simpático que nos avisassem, enquanto sócios, que querem acabar com a empresa. A ACOS não aceita a política do facto consumado, como se nada tivesse a ver com aquilo”, adianta Castro e Brito.
O modelo de gestão futura do Parque de Feiras e Exposições de Beja, após a extinção da ExpoBeja, que terá de ser consumada nos próximos seis meses, ainda vai dar muito que falar. Castro e Brito recusa liminarmente participar numa gestão conjunta: “Ou avançam eles, ou avançamos nós. Já percebemos que em conjunto não vamos a lado nenhum”. Pulido Valente não exclui a hipótese de passar a gestão para a ACOS, mas teme que tal decisão não obtenha a aprovação da Assembleia Municipal. Pelo que o mais provável será que seja a própria câmara a assegurar a gestão daquela infraestrutura, ressarcindo a ACOS da sua quota no capital social da empresa e liquidando as dívidas que permanecem em aberto.

Por Beja com todos quer construir “um projecto de futuro, alternativo e independente para o concelho de Beja”

Lopes Guerreiro, coordenador do movimento “Por Beja com Todos”, frisou que a região assiste hoje a “níveis de exercício da cidadania e de participação das pessoas como raramente se viu”. As mobilizações em defesa dos comboios, do Museu Regional, das Palavras Andarilhas, do Festival de Banda Desenhada e da melhoria do IP8 e IP2 mostram, em sua opinião, “que as pessoas estão mais atentas e disponíveis para defenderem o que consideram importante para a cidade, o concelho e a região”.

O movimento, que segundo Lopes Guerreiro, pretende reunir um vasto número de sensibilidades por forma a construir um concelho “mais activo, mais participativo e amigo das pessoas, das empresas e do ambiente”, não afasta uma candidatura do movimento à Câmara de Beja nas autárquicas do próximo ano, entendendo que é “importante apoiar e promover candidaturas autárquicas no concelho”. Esta meta depende do envolvimento em torno do movimento. Para já é “determinante a construção de um projecto alternativo independente a longo prazo”.
O Coordenador do movimento rejeita a existência de um “perfil ideológico” e recusa a colocação de “etiquetas” a uma plataforma que se diz independente.

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