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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A grande conspiração

O objectivo de Vítor Gaspar e Passos Coelho: criar as condições que “legitimem” a aplicação do seu programa ideológico, mesmo que atrás de si deixem um país de pobres, espoliados, endividados, famintos, desempregados, e sem liberdade.

Leia aqui todo o artigo de Tomás Vasques, que explica porque chegou a esta conclusão.

Candidaturas independentes

Os partidos políticos têm uma política nacional e quaisquer candidaturas que apresentem inserem-se nessa política, mesmo quando pretendem apresentá-las como candidaturas independentes (ou supra-partidárias, veja-se o pretenciosismo...), como aconteceu com as apresentadas pelo PS em Beja (Beja Capital) e em Viana do Alentejo, só para referir dois exemplos. O que aconteceu a seguir às eleições está aí para o demonstrar.

Por isso, entendo que quem pretende intervir apenas na política local, com independência dos partidos, deve (só pode) fazê-lo através de candidaturas independentes, que a lei passou a permitir há alguns anos.

CIMBAL contesta novo regime de atribuições e competências

“A proposta de Lei Quadro – Atribuições e competências das Autarquias Locais e Estatuto das Entidades Intermunicipais - é inoportuna e desadequada e deverá ser suspenso o correspondente processo legislativo”.

Esta foi uma das principais conclusões do encontro realizado pela CIMBAL, que concluiu ainda “que esta proposta de lei articulada com outras medidas legislativas que têm vindo a ser tomadas se insere numa estratégia de centralização de recursos e meios a pretexto da crise económica e financeira, quando o que se impõe neste momento é o respeito pela Constituição da República Portuguesa e dos seus princípios relativos ao Poder Local”. “Qualquer reforma administrativa do território deve incluir como um dos elementos essenciais a criação das regiões administrativas”.

Em síntese os presentes no Encontro afirmam “a sua disposição e determinação de continuar a intervir nos órgãos onde estão eleitos na defesa da valorização do Poder Local como instrumento essencial de resolução dos problemas das populações e de promoção do desenvolvimento local”.

Comentários recentes

  • Anónimo

    ????????????????????

  • Anónimo

    Ninguém comenta a capa verde?

  • Anónimo

    Obrigado caro amigo. Um grande abraço. Ricardo (Se...

  • Ana Matos Pires

    Sim, vai seguir mail e o jornal fará o que entende...

  • Anónimo

    Dra,, esse reparo devia ser enviado directamente a...

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