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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Prioridades para 2013 do Executivo Municipal de Beja

Em entrevista concedida à Rádio Pax, Jorge Pulido Valente, presidente da Câmara de Beja, apontou a “aceleração económica”, para criar “mais empresas, mais riqueza e mais postos de trabalho” no concelho, a “coesão social” e a “qualidade de vida” como prioridades para 2012.

 

Vamos agora ver como é que tais prioridades são traduzidas no Plano de Actividades e no Orçamento e concretizadas no terreno.

“Temos é um plano de extinção de transportes”

Para este especialista (Manuel Tão), “insistir em fechar linhas é deixar de ter um sistema em rede e passar a ter esquema esquelético”, pelo que não se pode “pensar no comboio como alternativa, quer para passageiros, quer para mercadorias”.
Manuel Tão considera que Portugal caminha para ter apenas “restos de caminho-de-ferro à volta das grandes cidades: Lisboa-Porto, Lisboa-Algarve, Porto-Minho e Porto-Espanha”.
Por isso, “perante políticas destas, Portugal afunda-se ainda mais na dependência do petróleo”.
Para Manuel Tão é “quase um milagre como ainda existem” caminhos-de-ferro em Portugal: “Não temos um plano estratégico de transportes, porque não há estratégia. Temos é um plano de extinção de transportes”.

 

Também Nuno Oliveiral critica as medidas tomadas pelo Governo, afirmando que: “A ferrovia, como está, não serve as pessoas, o material é muito antigo. Os governos deviam ter apostado na modernização. Assim vamos contra a tendência do resto da Europa, onde o comboio é o transporte do futuro”.
“Com a subida dos preços dos combustíveis e com a subida dos preços para as famílias, é incompreensível esta estratégia de encerrar linhas e promover o carro”, acrescentou.

 

Leia todo o artigo aqui, num comentário deixado por Bandarra, a 7 de Outubro de 2012 às 22:37.

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