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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Relações ao rubro entre Pulido Valente e Miguel Ramalho

Das agressões verbais passaram agora à canelada.

Entretanto, os trabalhos da Assembleia Municipal de Beja foram suspensos por falta de quórum durante a votação de um requerimento do PS para uma Assembleia Municipal Extraordinária até dia 3, onde seria discutido novamente o PAEL – Programa de Apoio à Economia Local, a que, desta forma, a Câmara está “impossibilitada de fazer a candidatura” já que o prazo termina no dia 4.

"A música agora tem que ser outra, a orquestra somos todos nós!"

Fomos muitos à manifestação e fomos tantos como nunca tínhamos sido. Durante estes anos a partilha do poder entre PS, PSD, e CDS trouxe-nos aqui numa espécie de carrocel em que a alternância sem alternativas foi rolando. "Mais uma corrida mais uma viagem", a voz que soava surda no imaginário da sorte, da esperança individual de tudo conseguir num futuro sempre intangível, já não se eleva acima do grito colectivo do desespero. Nesse percurso do desenrascançozinho, do “pode ser que me safe”, do “não é nada comigo”, deixamos para lá tudo aquilo em que assentava a soberania nacional, deixámos para eles a nossa participação e limitámo-nos em cada 4 anos a oferecer-lhes o poder que usaram para destruir a economia nacional, para hipotecar o futuro. Eles, sempre os mesmos e ao serviço dos mesmos interesses, alternam no poder sob os rótulos PS, PSD e/ou CDS e desgovernam o país há 36 anos. Parece que finalmente começámos a entender que agora é connosco, que já não há mais ninguém à nossa volta em que possamos descartar a má sorte. Parece que finalmente começámos a entender que a alternativa não está naqueles que alternam entre o exercício do poder político e a sua tutela efectiva, ou seja, o grande capital, os bancos e as agências financeiras. Aquilo que parece que começámos a entender é que só há mais vida para além da troika e as forças que suportaram o memorando não são alternativa, são mais do mesmo e emergem exactamente do mesmo saco que tem suportado o exercício do poder em Portugal. Está na hora de dizermos uns aos outros com toda a solidariedade que sentimos no terreiro do povo: deixa lá o PS, o PSD e o CDS, que se lixe a troika e todos os que a defendem! A música agora tem que ser outra, a orquestra somos todos nós!

Luis Garcia

Comentários recentes

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    Palavras para quê? É o PS no seu melhor nas instit...

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    Factos são factos. Palavras para quê??!

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    "os filhos da casa" vão resolver o assunto!...o qu...

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