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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“TENHAM CUIDADO COM AS CARTEIRAS!”

Quem teria sido o "Malvado" que "fez a folha" ao Relvas  (na Wikipédia - entenda-se)... narrando precisamente a verdade sobre esta figura, que mais parece saída da Comédia dell`Arte... ou, para sermos mais caseiros, um grotesco personagem vicentino...?  

Como é que um figurão destes não tem um pingo de dignidade para sair de cena?
E como é que o Passos, o homem(zinho) da trânsparência e do rigor, aguenta esta ridícula figura? Percebe-se, agora, que fazem parte da trupe do "assalto ao pote" em curso. Por isso, como se dizia antigamente quando chegavam "os artistas": TENHAM CUIDADO COM AS CARTEIRAS! 

Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Relvas

Recebido por e-mail.

E ainda há quem diga que ninguém apresenta propostas alternativas...

CGTP-IN APRESENTA PROPOSTAS PARA EVITAR SACRIFÍCIOS E A DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA

1 - Criação de uma taxa sobre as transacções financeiras
A criação de um novo imposto, com uma taxa de 0,25%, a incidir sobre todas as transacções de valores mobiliários independentemente do local onde são efectuadas (mercados regulamentados, não regulamentados ou fora de mercado), excepcionando o mercado primário de dívida pública. Esta medida permitirá arrecadar uma receita adicional de 2.038,9 milhões de euros.

2 - Introdução de progressividade no IRC
A criação de mais um escalão de 33,33% no IRC para empresas com volume de negócios superior a 12,5 milhões de euros, de forma a introduzir o critério de progressividade no imposto. A incidência deste aumento é inferior a 1% do total das empresas. Esta medida permitirá arrecadar uma receita adicional de 1.099 milhões de euros

3 - Sobretaxa de 10% sobre os dividendos distribuídos
A criação de uma sobretaxa média de 10% sobre os dividendos distribuídos, incidindo sobre os grandes accionistas (de forma a garantir um encaixe adicional de 10% sobre o total de dividendos distribuídos), com a suspensão da norma que permite a dedução constante sobre os lucros distribuídos (art. 51º do CIRC), o que permite às empresas que distribuem dividendos deduzir na base tributável esses rendimentos desde que a entidade beneficiária tenha uma participação na sociedade que distribui pelo menos 10% do capital. Esta medida permitirá arrecadar uma receita adicional de 1.665,7 milhões de euros.

4 – Combate à Fraude e à Evasão Fiscal
A fixação de metas anuais para a redução da economia não registada, com objectivos bem definidos e a adopção de políticas concretas para a sua concretização. Esta medida permitirá arrecadar uma receita adicional de 1.162 milhões de euros.

Ler: PROPOSTAS PARA EVITAR SACRIFÍCIOS E A DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA (documento integral)

Assembleia Municipal de Beja reprovou a proposta da Câmara de adesão ao PAEL

O presidente da Câmara de Beja, Pulido Valente, entende que a CDU tem uma posição “cega e politico-partidária” que “não tem nada a ver com os interesses das populações”, acusando-a de pretender atacar o Governo e “dificultar a vida ao executivo municipal”, garantiu que vai “responsabilizar publicamente” a CDU pela posição tomada junto das entidades que serão, na sua opinião, prejudicadas e que vai pedir a intervenção do Governo face ao que diz ser um “bloqueio” politico-partidário por parte CDU.
A CDU refuta estas acusações, não acreditando que o “chumbo” da candidatura ao PAEL coloque em causa o pagamento aos credores e promova a insolvência das empresas em Beja. Rodeia Machado referiu que se trata de “uma chantagem política inadmissível do Executivo PS / Pulido Valente que tem demonstrado preocupar-se muito pouco com as empresas de Beja, quer pela discriminação feita a empresas que transitaram com dívidas do anterior mandato, quer através do recurso a empresas de fora do concelho quando a legislação lhe permitiria soluções que favorecessem opções por empresas e instituições locais”.
O Bloco de Esquerda votou contra a proposta por considerar, tal como a CDU, que o PAEL é um programa da “troika” direccionado às autarquias.

O PSD votou a favor pois entende que do ponto de vista financeiro a linha de crédito do Governo é vantajosa para as autarquias pois apresenta taxas de juro bastante baixas.

 

A posição do presidente da Câmara de Beja é como a pescada – antes do ser já o era. Vai pedir a intervenção do governo?!  Será que considera o Município um departamento da Administração Central, tutelado pelo governo?! Não se apercebe que essa é uma visão redutora da autonomia do Poder Local, que proclama defender?

Recomendava-se a quem não tem a maioria na Assembleia Municipal que tivesse mais humildade democrática e tratasse este órgão e os partidos da oposição com mais respeito. A vontade dos eleitores determinou que existissem duas maiorias diferentes nos dois órgãos do município. Ambas são democráticas, representam a vontade dos eleitores e merecem igual respeito.

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