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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Portugal está a ser assassinado, como muitos países do terceiro mundo já foram”

No fim do ano passado escreveu um artigo onde afirmava que a Grécia estava a ser atacada por assassinos económicos. Acha que Portugal está na mesma situação?
Sim, absolutamente, tal como aconteceu com a Islândia, a Irlanda, a Itália ou a Grécia. Estas técnicas já se revelaram eficazes no terceiro mundo, em países da América Latina, de África e zonas da Ásia, e agora estão a ser usadas com êxito contra países como Portugal.

Leia aqui a perturbadora entrevista de John Perkins, que se chamou a si próprio assassino económico no livro “Confessions of an Economic Hit Man”, que se tornou bestseller do “New York Times”

Portugal de volta ao "normal"?

Após as grandes manifestações do fim-de-semana, os partidos e as associações do sistema tudo fazem para que até ao Conselho de Estado seja encontrada uma solução que rectifique o pormenor para deixar o essencial. Os parceiros sociais, UGT e patrões, saíram da Presidência da República com essas instruções, mais brandos nos comentários e a pedir uma audiência a Passos Coelho que, naturalmente, a irá conceder para demonstrar abertura para o diálogo. No final da semana tudo voltará ao "normal", com o país nos eixos e a aplicar o memorando. Falta só encontrar a cenoura para o PS, do Tó Zé Seguro, se abster violentamente. Merkel e a Comissão Europeia já disseram que o caminho tem que continuar a ser normal, mais austeridade e recessão, nada de novo, portanto, no dia a seguir. Cabe a todos nós trazer para a rua a nossa insatisfação, a nossa liberdade de dizer que não queremos uma normalidade que nos aprisiona, nos sufoca e nos  retira o sorriso.  

Postado por rafael rodrigues às 22:48, aqui.

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