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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Portugal está a ser assassinado, como muitos países do terceiro mundo já foram”

Zé LG Zé LG, 20.09.12

No fim do ano passado escreveu um artigo onde afirmava que a Grécia estava a ser atacada por assassinos económicos. Acha que Portugal está na mesma situação?
Sim, absolutamente, tal como aconteceu com a Islândia, a Irlanda, a Itália ou a Grécia. Estas técnicas já se revelaram eficazes no terceiro mundo, em países da América Latina, de África e zonas da Ásia, e agora estão a ser usadas com êxito contra países como Portugal.

Leia aqui a perturbadora entrevista de John Perkins, que se chamou a si próprio assassino económico no livro “Confessions of an Economic Hit Man”, que se tornou bestseller do “New York Times”

Portugal de volta ao "normal"?

Zé LG Zé LG, 20.09.12

Após as grandes manifestações do fim-de-semana, os partidos e as associações do sistema tudo fazem para que até ao Conselho de Estado seja encontrada uma solução que rectifique o pormenor para deixar o essencial. Os parceiros sociais, UGT e patrões, saíram da Presidência da República com essas instruções, mais brandos nos comentários e a pedir uma audiência a Passos Coelho que, naturalmente, a irá conceder para demonstrar abertura para o diálogo. No final da semana tudo voltará ao "normal", com o país nos eixos e a aplicar o memorando. Falta só encontrar a cenoura para o PS, do Tó Zé Seguro, se abster violentamente. Merkel e a Comissão Europeia já disseram que o caminho tem que continuar a ser normal, mais austeridade e recessão, nada de novo, portanto, no dia a seguir. Cabe a todos nós trazer para a rua a nossa insatisfação, a nossa liberdade de dizer que não queremos uma normalidade que nos aprisiona, nos sufoca e nos  retira o sorriso.  

Postado por rafael rodrigues às 22:48, aqui.