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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Identificada a igreja de Santiago no Castelo de Moura

Se o conjunto de elementos parecia apontar para a presença de uma igreja associada a uma necrópole ainda nos custava a acreditar que pudéssemos estar em presença de um templo medieval. A moeda do séc. XIV no interior do altar ajudou a afastar dúvidas, os ceitis de D. Afonso V pertencentes aos enterramentos do exterior vieram dar solidez a uma hipótese que não sonharíamos à partida. Acabávamos de identificar a igreja de Santiago, referida na documentação medieval mas que estava, até à data, por localizar. É quase um milagre que, ante as sucessivas obras no castelo de Moura, concretizadas ao longo de vários séculos, tenha sobrevivido uma parte importante da cidade medieval.

Verdade se diga que, apesar das referências escritas, várias vezes duvidámos da existência da igreja de Santiago, ao ponto de pensarmos ser a alusão ao templo fruto de um qualquer equívoco. A localização é, contudo, perfeita: dentro do perímetro fortificado e junto à porta da alcáçova. Estamos perto, muito perto, do local da antiga mesquita de Moura. As sacralizações destas são, por norma, feitas através do nome de Santa Maria, mas os exemplos de locais de culto muçulmanos convertidos em igrejas de S. João, do Espírito Santo ou, até, de Santiago não faltam. Encontrar uma mesquita no meio dos restos dos enterramentos cristãos e numa área muito refeita após meados do século XIII seria ter uma sorte pouco comum. Provavelmente, não teremos essa fortuna.

A campanha está ganha e o modelo da ocupação medieval do castelo fica, a cada dia, mais claro. Esse é o dado essencial.

Trechos de um texto publicado por Santiago Macias em 12:34, no seu avenida da salúquia 34.

Extinção da EDAB novamente adiada

A Assembleia-Geral da EDAB voltou a reunir no final da semana passada, mas segundo Jorge Pulido Valente, presidente da Assembleia-Geral, esta reunião foi “inconclusiva”, porque, “Incompreensivelmente e inaceitavelmente”, o accionista maioritário, o Estado, “disse não ter condições para tomar a decisão” de extinção da empresa, pedindo outra Assembleia-Geral, que ficou agendada para o dia 4 de Setembro.

O autarca considera que “já chega desta novela” que está a custar aos contribuintes “mais de 100 mil euros por mês”, porque o orçamento da EDAB ia até Março, pelo que o passivo acumulado “já ultrapassa o um milhão de euros”.

“Vamos fazer as onze” promovida a produto turístico de Borba

A Câmara Municipal de Borba e a Turismo do Alentejo ERT lançaram a iniciativa “Vamos fazer as onze”, um novo produto turístico que resulta de uma tradição ímpar no concelho, que tem vindo a ser preparada com a restauração local, e realça um velho ritual que os mais novos têm vindo a dar continuidade. Pelas 11.00 horas, e no final da tarde, diferentes gerações juntam-se e percorrem as diversas tabernas, em torno de um copo e de um petisco, trocando conversa sobre os temas que vão marcando os dias pela cidade.

“Vamos fazer as onze” consiste em disponibilizar um copo de vinho, um prato com petisco típico da casa, pão e azeitonas, pelo valor fixo de 3,50 euros, em qualquer dia da semana. Entre os muitos petiscos típicos da região, pode-se degustar os pimentos assados, pezinhos de coentrada, orelha de porco de coentrada, moelas com tomate, carne à portuguesa, carne de porco à alentejana, feijoada, grão com chispe, omelete de espargos, salada de atum com feijão-frade, iscas de fígado, peixinhos da horta, miúdos de cabrito ou enchidos assados.

Afinal, parece que querem mais...

Apesar de estarmos a viver a crise mais grave das últimas décadas, quase 80% dos inquiridos para esta sondagem manifestaram a intenção de votar nos três partidos executantes das políticas que a ela conduziram Portugal. Ou seja, apesar de muito refilarem os portugueses mostram-se dispostos a continuar a suportar as políticas que estão a afundar o país. Muitos dizem que não existem alternativas a estas políticas. Por mais que isso se viesse a confirmar, neste momento isso não passa de uma especulação. Mas a continuação destas políticas levam-nos para o abismo. Isso não é uma especulação, é o que está a acontecer.
Isto faz-me lembrar a estória do macaco, que estava a afundar-se e que a única solução que encontrou para evitar afogar-se foi agarrar-se às orelhas...

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    Só mesmo para rir com esta PROPAGANDA XUXALISTA .....

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