Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"O melhor do interior odemirense reunido na FACES"

De hoje até dia 15, o interior do concelho de Odemira está em festa com mais uma edição da FACES – Feira das Atividades Culturais e Económicas de Sabóia, que se assume como representante das diferentes “FACES” do interior do concelho de Odemira, dando provas do dinamismo da freguesia de Sabóia e limítrofes.

No âmbito da FACES,

o Município de Odemira promove

uma mesa redonda alusiva

ao Turismo Ativo e Desportivo

no interior do concelho de Odemira,

hoje, pelas 17h30,

no auditório da EB 2,3 de Sabóia.

"É sempre possível haver candidaturas de independentes"

A esquerda habituou-se a pôr as culpas no partido do lado. Mas os militantes da esquerda não são parvos e já não acreditam neste discurso desculpante para não haver convergência. Muitos deixaram de votar. Estamos todos fartos desta cantiga. Eu não me coíbo de ser duro com a minha esquerda. Porque é que nada muda? O diagnóstico do bloqueio da esquerda é pacífico, mas quem tem uma carreira política a gerir concorda só à mesa do café. Dentro do partido tem mais dificuldades. E se há sentimento que domina a política portuguesa é o medo. Não conheço praticamente políticos que não vivam dominados pelo medo. Medo de fazer a discussão em praça pública. Medo de ser visto com as pessoas erradas. Há pessoas de grande qualidade nos partidos – atenção! Mas são tratados pelas lideranças como crianças. Elas próprias precisam de ser muito mais destemidas na política portuguesa. Considero-me um impaciente de esquerda, afirma Rui Tavares.

Em Portugal a democracia é incompleta. Todos podem votar mas nem todos podem ser eleitos. Porque é que alguém que acha que podia ser um bom candidato não pode apresentar-se em eleições primárias de um partido, abertas? Do PS, do BE, ou de outro partido? 

Antes de discutir lugares, discute-se o que devia ser a política para a cidade. E abrir a discussão à sociedade civil. Entre os arquitectos, os artistas, as personalidades mais marcantes que viriam, haveria por certo também bons candidatos a vereadores ou a presidentes de câmara. 

E se os partidos não colaborarem? 

É sempre possível haver candidaturas de independentes, os cidadãos devem fazer tudo, quando há o perigo da democracia se esboroar.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Fartura de partidos! Tudo quanto é demais não pres...

  • Anónimo

    Tem razão! No entanto é necessário não perder voz,...

  • Anónimo

    Foram buscar o antigo imperador JR .....dizem que ...

  • Anónimo

    O Imperador está suficientemente saudável para c...

  • Anónimo

    As odalascas vêm com o calor...

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds