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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Para que serve a austeridade?

Três anos após o início da crise da dívida soberana na Zona Euro, os países que mais esforços fizeram para corrigir as suas finanças públicas foram precisamente os que mais cortes sofreram nos seus ratings e aqueles onde os juros da dívida pública mais subiram.

Quatro avaliações da troika positivas, imagem externa de ‘bom aluno’ e cumpridor de metas orçamentais não foram suficientes para fazer descer os juros da dívida do Estado abaixo dos 10% e evitar cortes de rating. O regresso aos mercados em Setembro de 2013 é pouco provável e um novo pacote financeiro da troika ou uma reestruturação de dívida são admitidas pelos investidores.

Esta é a conclusão de um estudo BNP Paribas publicado no final do mês passado. Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha e Itália, por esta ordem, foram os ‘campeões da austeridade’ entre 2009 e 2012. E o resultado foi um resgate da troika ou mais um passo a caminho de um intervenção externa. Antes da crise, Portugal tinha um rating igual a Espanha, Itália ou Bélgica, e hoje tem uma classificação semelhante a Angola ou Bangladesh.

O BNP adianta que os investidores consideram que, apesar de necessários, os esforços de equilíbrio das contas públicas não são credíveis em países onde a dívida pública é demasiado elevada para ser corrigida só pelo Governo. Grécia (160% do PIB), Itália (120%) e Portugal (110%) detêm as maiores dívidas públicas de toda a Zona Euro. Mais do que a austeridade, a solução da crise do euro passa sobretudo pela resolução do elevado endividamento de muitos Estados, onde só acções concertadas a nível europeu – eurobonds ou mutualização da dívida – poderão ser eficazes.

"Âncora de Alqueva" vai por água abaixo

Deu entrada ontem, 7 de agosto, em tribunal o Processo Especial de Insolvência do projeto Parque Alqueva do grupo SAIP, do empresário José Roquette.

Problemas de financiamento estão na origem da insolvência do megaprojeto turístico de José Roquette, aqpesar deste ter sido o único em Portugal classificado pelo Governo como Projeto de Interesse Estratégico Nacional em agosto de 2011.

A SAIP de José Roquette alega que se viu "forçada a apresentar o pedido de insolvência em resultado da falta de acordo quanto ao modelo de financiamento do projeto, que foi comunicada, de forma definitiva, pelo grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD) no final do mês de julho". 

"O promotor, sem o apoio dos bancos, não pode assumir sozinho o risco do projecto, pelo que mais não lhe resta senão apresentar o processo à insolvência, entendendo que, da mesma forma que seriam responsáveis pelo sucesso que o projecto viesse a ter, agora que recuaram nesse apoio tornaram-se responsáveis pelo fracasso que a apresentação à insolvência representa".

"Do ponto de vista estratégico, não se compreende como pode um país sair do ciclo vicioso da recessão sem investir em novos projetos, sobretudo naqueles que, como este, foi considerado de 'Interesse Estratégico Nacional' e que, recebendo o apoio do Estado através do Ministério da Economia, da AICEP e da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, acaba por não seguir em frente por não ser financiável para a CGD", defende a SAIP.

Portugal conquistou a primeira medalha nos Jogos Olímpicos de Londres

Portugal conquistou esta quarta-feira a sua primeira medalha nos Jogos Olímpicos de Londres graças à dupla Emanuel Silva / Fernando Pimenta.

Os canoístas portugueses alcançaram a prata na prova de K2 1000 metros, disputada no lago Eton, com o tempo de 3m09s699, ficando muito perto do ouro, arrecadado pela dupla húngara Rudolf Dombi e Roland Kokeny (3m09s646). A medalha de bronze ficou para a dupla alemã Martin Hollstein / Andreas Ihle.

É o corolário de uma caminhada de sucesso para a dupla lusa, que tinha sido terceira classificada na segunda meia-final, com o tempo de 3m14s017.

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