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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Governo tem "falta de vontade política" para dinamizar aeroporto de Beja, acusa João Ramos

O deputado do PCP eleito por Beja, João Ramos, acusa o Governo de ter "falta de vontade política" para pôr o aeroporto de Beja a funcionar e lamenta as incertezas sobre outros projectos do Baixo Alentejo, como o Alqueva e a construção da A26.

Em relação ao aeroporto de Beja, há "um acumular de atrasos que não serão benéficos" e "uma grande falta de vontade política" do Governo "em resolver o problema" e pôr a infraestrutura a funcionar, disse João Ramos durante a conferência de imprensa onde fez o balanço da sua actividade na última sessão legislativa na Assembleia da República.

Leia também aqui e aqui.

Câmara de Moura "alheia" ao encerramento do Festival Kazantip

A primeira edição portuguesa do maior festival de música do mundo, o KaZantip, que arrancou no dia 20, nas margens do Alqueva, foi esta encerrada do dia 23, porque, segundo a organização, ficou impossibilitado de vender bilhetes e comida, devido a um erro no licenciamento.

A Câmara de Moura assegura que o encerramento do Festival Kazantip, organizado num terreno propriedade da EDIA e numa herdade particular junto à albufeira de Alqueva, no concelho de Moura, foi da responsabilidade da sua organização, “sendo a Câmara de Moura totalmente alheia a essa decisão”.

“Nós descendemos dos que ficaram cá ...”

Um jovem diplomata português, em diálogo com um colega mais velho:

– Francamente, senhor embaixador, devo confessar que não percebo o que correu mal na nossa História.
Como é possível que nós, um povo que descende das gerações de portugueses, que "deram novos mundos ao mundo", que criaram o Brasil, que viajaram pela África e pela Índia, que foram até ao Japão e a lugares ainda mais remotos, que deixaram uma língua e traços de cultura que até hoje sobrevivem e são lembrados com admiração, como é possível que hoje sejamos dos mais pobres e atrasados da Europa Ocidental?

O embaixador sorriu:
– Mas, meu caro, você está muitíssimo enganado. Nós não descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez uma obra notável, de rasgo e ambição.

– Não descendemos? - reagiu, perplexo, o jovem diplomata – Então de quem descendemos nós?

– Nós descendemos dos que ficaram cá ...

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(desde 15-01-2011)

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