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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“apoios” desses, não obrigado.

Daria, certamente, para uma ou duas crónicas de jornal, mas, para exemplo, refiro apenas a errática (e oportunista) postura do actual presidente da câmara de Beja, bem documentada em vários suportes mediáticos – rádios, tvs, jornais, internet, etc.
Começou por aceitar e defender a proposta da CP, que previa a solução do transbordo em Casa Branca, induzindo em erro, mais tarde, a população de Beja, ao escrever no boletim municipal que iria haver cinco intercidades diários. Quando surgiu o movimento dos cidadãos (mais tarde, o Beja Merece), a sua primeira posição foi desvalorizá-lo (no dia 19 de Janeiro de 2011, em entrevista ao Jornal da Tarde da RTP), tratando esse assunto como algo de um qualquer “movimento”, em vez de lhe exprimir o seu apoio.
Esse “apoio”  (ou colagem) só chegou uma semana depois, quando os cidadãos de Beja se manifestaram pela primeira vez no largo da estação (o famoso “assalto à estação ferroviária”). Com cerca de 500 pessoas presentes, claro que o presidente da câmara não podia “perder o comboio” e deixar de aparecer na primeira linha da luta.
Finalmente, para terminar esta novela trágico-cómica, não faltou o recado paternalista, deixado numa entrevista a um jornal local (14 Outubro 2011), em jeito de reprimenda a um grupo de irresponsáveis que estavam a afastar os investidores, com a sua luta “contra o fim dos comboios” (coisa que só pela sua cabeça deve ter passado).

Para concluir, apetece apenas dizer: “apoios” desses, não obrigado.

É a vida!

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, escreveu hoje, na sua página oficial no Facebook, que o primeiro ano de governação "foi duro", mas que Portugal está hoje "bem mais próximo de ultrapassar esta crise e bem mais próximo de ter um país com oportunidades para todos".

 

Mas isto não é o normal? Há medida que passa o tempo fica-se mais próximo da resolução dos problemas, seja ela qual for. Essa é a lei natural das coisas.

Mas a questão que se coloca não é essa – estar mais próximo – mas a de se saber quando é que Portugal bate no fundo, quando começa a recuperação, quanto tempo esta vai durar e o que vai ser recuperado.

Suspensão das obras do IP2 e IP8 “é prejudicial para a região”

afirma a CIMBAL (Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo), que solicita ao Governo “esclarecimento sobre as suas reais intenções relativamente a esta matéria”, sublinhando “a necessidade de prosseguimento urgente” das mesmas e afirmando que “qualquer alteração a efectuar no âmbito do traçado deve ter em conta a opinião das autarquias respectivas”.

Em que estado estaria se o Inverno tivesse sido chuvoso?

Este é o estado que apresenta a Estrada Municipal do Monte Ruivo. Não é apenas esta mas muitas um pouco por todos os concelhos. Esta é, sem dúvida, uma das áreas de competência das autarquias em que elas menos têm investido. Principalmente na reparação e na conservação. E vai ser cada vez mais difícil e custoso fazê-las. Mas vai também ser mais premente fazê-las sob pena de terem de construir novas estradas.

A responsabilidade autárquica deve ser melhor repartida por todo o território e não se concentrar predominantemente nos meios urbanos, principalmente nos maiores.

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