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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“apoios” desses, não obrigado.

Zé LG Zé LG, 26.06.12
Daria, certamente, para uma ou duas crónicas de jornal, mas, para exemplo, refiro apenas a errática (e oportunista) postura do actual presidente da câmara de Beja, bem documentada em vários suportes mediáticos – rádios, tvs, jornais, internet, etc.
Começou por aceitar e defender a proposta da CP, que previa a solução do transbordo em Casa Branca, induzindo em erro, mais tarde, a população de Beja, ao escrever no boletim municipal que iria haver cinco intercidades diários. Quando surgiu o movimento dos cidadãos (mais tarde, o Beja Merece), a sua primeira posição foi desvalorizá-lo (no dia 19 de Janeiro de 2011, em entrevista ao Jornal da Tarde da RTP), tratando esse assunto como algo de um qualquer “movimento”, em vez de lhe exprimir o seu apoio.
Esse “apoio”  (ou colagem) só chegou uma semana depois, quando os cidadãos de Beja se manifestaram pela primeira vez no largo da estação (o famoso “assalto à estação ferroviária”). Com cerca de 500 pessoas presentes, claro que o presidente da câmara não podia “perder o comboio” e deixar de aparecer na primeira linha da luta.
Finalmente, para terminar esta novela trágico-cómica, não faltou o recado paternalista, deixado numa entrevista a um jornal local (14 Outubro 2011), em jeito de reprimenda a um grupo de irresponsáveis que estavam a afastar os investidores, com a sua luta “contra o fim dos comboios” (coisa que só pela sua cabeça deve ter passado).

Para concluir, apetece apenas dizer: “apoios” desses, não obrigado.

É a vida!

Zé LG Zé LG, 26.06.12

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, escreveu hoje, na sua página oficial no Facebook, que o primeiro ano de governação "foi duro", mas que Portugal está hoje "bem mais próximo de ultrapassar esta crise e bem mais próximo de ter um país com oportunidades para todos".

 

Mas isto não é o normal? Há medida que passa o tempo fica-se mais próximo da resolução dos problemas, seja ela qual for. Essa é a lei natural das coisas.

Mas a questão que se coloca não é essa – estar mais próximo – mas a de se saber quando é que Portugal bate no fundo, quando começa a recuperação, quanto tempo esta vai durar e o que vai ser recuperado.

Suspensão das obras do IP2 e IP8 “é prejudicial para a região”

Zé LG Zé LG, 26.06.12

afirma a CIMBAL (Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo), que solicita ao Governo “esclarecimento sobre as suas reais intenções relativamente a esta matéria”, sublinhando “a necessidade de prosseguimento urgente” das mesmas e afirmando que “qualquer alteração a efectuar no âmbito do traçado deve ter em conta a opinião das autarquias respectivas”.

Em que estado estaria se o Inverno tivesse sido chuvoso?

Zé LG Zé LG, 26.06.12

Este é o estado que apresenta a Estrada Municipal do Monte Ruivo. Não é apenas esta mas muitas um pouco por todos os concelhos. Esta é, sem dúvida, uma das áreas de competência das autarquias em que elas menos têm investido. Principalmente na reparação e na conservação. E vai ser cada vez mais difícil e custoso fazê-las. Mas vai também ser mais premente fazê-las sob pena de terem de construir novas estradas.

A responsabilidade autárquica deve ser melhor repartida por todo o território e não se concentrar predominantemente nos meios urbanos, principalmente nos maiores.