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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

BE homenageia hoje Catarina Eufémia

O Bloco de Esquerda homenageia hoje Catarina Eufémia. O BE faz, ao final da tarde (19 horas), uma romagem ao cemitério de Baleizão com a presença do capitão de Abril, Mário Tomé. Segue-se uma homenagem a Catarina Eufémia e ao seu sobrinho, Manuel da Saudade, dinamizador da UCP “Terras de Catarina” e da Reforma Agrária em Baleizão.
A homenagem termina com um jantar convívio naquela localidade.

Ele começa a revelar-se

O ministro que tutela a comunicação social, Miguel Relvas, é acusado pelo Conselho de Redação (CR) do "Público" de ter feito "ameaças" a uma jornalista, repetidas depois perante uma editora do jornal, para impedir uma notícia sobre o caso das secretas.  O ministro, que desmente as alegações, retratou-se junto da diretora, assegura Bárbara Reis.

O Conselho de Redacção é da opinião que ameaças como aquelas, vindas de um dos ministros mais importantes do Governo e que, além disso, tem o pelouro da Comunicação Social, não deviam ter sido tratadas como se fosse um episódio normal, igual a tantos outros. Pelo contrário, o CR considera que as ameaças, cujo único fim era condicionar a publicação de trabalhos incómodos para o ministro, são intoleráveis e revelam um desrespeito inadmissível do governante em relação à actividade jornalística, ao jornal PÚBLICO e à jornalista Maria José Oliveira. Mostram, ainda, uma grosseira distorção do comportamento de um governante que, ao invés de zelar pelaliberdade de imprensa, vale-se de ameaças – um acto essencialmente cobarde – para tentar travar um órgão de comunicação social que cumpre o seu inalienável papel de contra-poder.

Os portugueses têm o direito de saber quem é e como age o seu ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, e o PÚBLICO tem a obrigação de revelar este triste episódio, no âmbito da cobertura que tem feito do caso das “secretas”.

Ler todo o comunicado do CR em: http://downloadsexpresso.aeiou.pt/expressoonline/PDF/Nota.pdf

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  • Anónimo

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