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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Feira, um país assim …

Feira, um país assim …

Imagens, cores, sons
Em movimento …
Montra, ostentação,
Ocultação,
Verdade, mentira,
Televisão,
Olhares, neblinas,
Uma lasca, um copo,
Mil e mil sorrisos,
Promessas mil,
(Sim, um dia …),
Artistas,
Gente,
Montes de gente,
Um país ali assim …

Tanta a vida,
Gente em privação …
A morte
Assim
Em solidão …

Évora, 2012-05-03


J. Rodrigues Dias

“Memórias da Terra” em exposição no Posto de Turismo de Alvito, de hoje até 30 de Junho

Os trabalhos de miniaturas, marcados pela perfeição técnica e por uma grande beleza e criatividade são uma viagem pelas memórias de infância do autor, Feliciano Joaquim Carvalho, natural de Vila Nova da Baronia que completou este mês 70 anos.

O interesse pelas miniaturas surgiu em 2006. Com o tempo, aperfeiçoou a sua técnica explorando outros materiais. Deste modo, foi reproduzindo um “mundo” de miniaturas inspirado nas suas Memórias de Infância.

Já participou em algumas exposições, em certames no Barreiro, no Lavradio, na SFAL, na Sociedade Recreativa dos Alentejanos na Baixa da Banheira e na Feira Anual de Vila Nova da Baronia.

Em Janeiro de2010, aRTP 1 fez uma reportagem sobre os seus trabalhos para o Programa “Portugal em Direto”.

> cartaz

Ainda a (não) atribuição das Medalhas do Município de Beja

O reconhecimento do mérito de pessoas por entidades públicas deve ser sempre tratado com pinças, principalmente quando os destinatários já morreram. Não é nada agradável ver-se o mérito de quem já nos deixou ser discutido na praça pública e motivo de polémica. Foi o que, mais uma vez, aconteceu em Beja com o processo de atribuição de Medalhas do Município conduzido por este Executivo.

A única forma de evitar estas desagradáveis e tristes situações, que acabam por ter o efeito contrário dos objectivos anunciados, é a de tratar o processo com discrição e de forma consensual. Foi exactamente o contrário o que se verificou. Primeiro, foram apresentadas e discutidas propostas em reuniões públicas, sem antes ter sido obtido o desejável consenso. E depois, o Executivo insistiu em propor à Assembleia Municipal, onde não tem maioria, propostas que radicalizaram as posições das duas forças políticas maioritárias. O resultado não podia ter sido pior: foram chumbadas algumas propostas e outras foram aprovadas sem unanimidade nem consenso alargado.

Não estou a avaliar o mérito das propostas, nem, muito menos, o das pessoas e entidades a quem pretendiam atribuir Medalhas. Nem estou a avaliar a justeza da atribuição de medalhas a uns e não a outros, que, no mínimo, me parece muito discutível. Estou tão somente, porque isso era prioritário, a apreciar a forma como o Executivo Camarário conduziu o processo. E quanto a isso, por mais voltas que tentem dar ao texto, foi simplesmente um desastre, provocado por prepotência de quem conduziu o processo.

Já era tempo de aprenderem com os erros cometidos, principalmente quando estes atingem terceiros que não mereciam ser tratados como foram.

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