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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Vencedores do II Concurso Internacional de Azeites Virgem Extra – Prémio OVIBEJA

As medalhas de ouro foram atribuídas à Enoleia – Sociedade Agrícola, Lda, do Entroncamento (frutado maduro); a Ktimata Kyklopas, da Grécia (frutado verde médio) e a Potosi 10 S.A., de Espanha, na categoria de frutado verde intenso.

As medalhas de prata vão ser entregues à Elaia Lagar, da Herdade do Marmelo Ferreira do Alentejo (frutado maduro); à Sovena Portugal (frutado verde médio) e à Sociedade Agrícola Vale do Ouro, S.A., em Ferreira do Alentejo (frutado verde intenso).

Os terceiros lugares – medalha de bronze – foram atribuídos à chilena Agroindustrial y Olivicola Rute del Sol, na categoria de frutado maduro e às espanholas Aroden S.A.T. (frutado verde médio) e Agrícola Roda, na categoria de frutado verde intenso.

Contribuir para a promoção da qualidade do azeite nacional e promover os nossos azeites além-fronteiras é um dos principais objectivos dos organizadores do Concurso Prémio Ovibeja. Embora esta seja ainda a II edição, o painel de provadores foi unânime quanto à elevada qualidade dos azeites presentes a concurso, os quais podem ser provados pelos visitantes da Ovibeja, no Pavilhão “Vinhos & Azeites”, até ao próximo dia 1 de Maio.

Ver mais em: http://www.ovibeja.com/notaimprensa.php?id=159

"Coveiros do Alentejo obrigados a ter Licenciatura em Português/Inglês"

A notícia de que Fernando Caeiros não poderá ser reconduzido como gestor na InAlentejo por não ser detentor de uma licenciatura deixou os atores políticos da região de boca aberta. Afinal, Caeiros foi presidente da Câmara de Castro Verde durante 30 anos, e tem mais experiência no dedo grande do pé do que a maior parte dos consultores e assessores da administração pública juntos. Fonte da InAlentejo relatou-nos o desconforto vivido na instituição: “Foi uma situação chata... E tudo porque o Sr. Caeiros não tinha um daqueles cursos tirados ao domingo… Nem sequer um curso de origami da CEAC. Mas é uma diretriz do Estado que temos de respeitar: têm de ser licenciados mesmo que escrevam frases como «Estás a ver o que fizes-te» ou “Em ambas as três vezes que fiz a quarta classe...»”. Todavia, segundo apurámos, este não é um caso único, já que será obrigatório obter graus académicos para exercer outras profissões: os coveiros serão obrigados a ter uma licenciatura em Português/Inglês, para discutirem mais facilmente com aqueles médiuns estrangeiros que falam com os mortos, e os varredores deverão ter pós-graduação em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos pela Universidade de Oxford, Sorbonne ou de São Teotónio.

Texto publicado na página Não confirmo, nem desminto do Diário do Alentejo e copiado de: http://maisbolos.blogs.sapo.pt/185117.html

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