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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"Unidos pelo Direito ao Trabalho e à Dignidade!"

Portugal segue um caminho autodestrutivo: mais de um milhão de homens e mulheres estão sem emprego. Há cada vez menos emprego com direitos. Ao mesmo tempo reduzem-se as prestações sociais, dificulta-se o seu acesso e facilita-se a sua retirada.

O trabalhador desempregado está apto a trabalhar e quer trabalhar.

O trabalhador desempregado não quer esmola, quer emprego com direitos para si e para os seus concidadãos.

O trabalhador desempregado precisa de apoio social na procura de emprego, mas acima de tudo precisa de um emprego digno, estável, que cumpra os seus direitos constitucionais, para poder viver uma vida independente e contribuir, como os seus concidadãos, para o bem comum.

O Movimento Sem Emprego considera que um trabalhador desempregado não é um criminoso. Assim exige ainda, para além do presente nestes artigos:

1. O fim do tratamento discriminatório e punitivo do trabalhador desempregado:

- Fim do “termo de residência” enquanto tem direito às prestações sociais para as quais contribuiu;

- Fim da obrigação de aceitar situações incompatíveis com a procura de emprego ou melhoria de qualificações, como por exemplo o voluntariado, que não representa um verdadeiro emprego com os respectivos descontos para a segurança social;

- O trabalhador desempregado, enquanto cidadão digno, apto e empenhado em encontrar emprego exige o fim da discriminação e difamação a que é sujeito pela imprensa, comunicação social e comunicados governamentais.

2. Exigimos ainda a criminalização do trabalho precário, temporário, sub-emprego e trabalho sem direitos que exijam ao trabalhador desempregado, precário ou sub-empregado as responsabilidades e deveres de um trabalhador empregado.

O Movimento Sem Emprego é constituído por trabalhadores que alternam a sua condição entre o desemprego, o sub-emprego ou a precariedade. Estamos empenhados na união dos trabalhadores desempregados e no combate político de defesa dos seus direitos. O Movimento Sem Emprego pretende ainda dar apoio jurídico e denunciar situações de incumprimento, de injustiça, de criminalização e opressão dos trabalhadores desempregados.

 

Parte do Manifesto do Movimento Sem Emprego, que pode ler na íntegra em: http://www.movimentosememprego.info/content/manifesto-do-movimento-sem-emprego

"Do tamanho das nossas vidas" apresentado hoje em Beja

Esta noite, às 21.30 horas, no espaço “Os Infantes”, é apresentado o livro de Filipe Chinita: “Do tamanho das nossas vidas”.

Filipe Chinita é natural da vila do Escoural, no concelho de Montemor-o-Novo, e já conta com alguns livros editados no seu currículo, entre eles, o de poesia, e também dos primeiros, “Gente povo todo o dia”. Sobre a obra que é apresentada esta noite em Beja, por José Baguinho e o autor, com leituras dos actores da Lendias d’Encantar António Revez e Ana Ademar, Urbano Tavares Rodrigues escreveu: “O livro é escrito em dois registos: a palavra dele, em redondo, e a dela, geralmente mais intimamente subjectiva, em itálico”.

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  • Anónimo

    Segundo os mesmos dados:Em Novembro, houve um desa...

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    Por isso mesmo, é que você desconfia!As fake news ...

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