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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Doutores

É mais fácil apanhar por aí um licenciado do que um coxo. Mesmo que sejam mancas as licenciaturas que se vão deixando apanhar. A maioria delas, boa parte delas, pernetas da cabeça aos pés. Como diria com humor um bem-humorado humorista. Mas não deixa de ser assinalável a destreza com que a tecnocracia lisboeta baniu esta semana do Programa Operacional do Alentejo um raro exemplar do animal academicamente não graduado. E a ainda mais veloz eficiência com que os municípios do Alentejo cataram para o seu lugar um legítimo exemplar licenciado. Quase ao virar da esquina. De um dia para o outro. Ainda há nada de tempo, Fernando Caeiros, que governou com a eficiência que todos lhe reconhecem a Câmara Municipal de castro Verde entre 1977 e 2008, fora reconduzido enquanto vogal executivo do InAlentejo. Cargo que, em representação dos municípios, desempenhou nos últimos anos com unânime reconhecimento, valor, competência, rigor, determinação e dedicação. Mas esta semana, por indicação do Governo, aos membros do qual não se aplica tal regulamento, nem aos deputados, como é óbvio, Caeiros foi enxotado por não possuir sequer uma licenciaturazinha daquelas da Universidade Independente. É incrível e insuperável a tendência para a galhofa que existe nesta comédia rasca a que ainda vamos chamando país. Numa altura em que em todos os graus de ensino – do primário ao pós­- ‑graduado – são valorizadas as competências adquiridas na vida ativa em detrimento do estudo e das abonações científica e académica, um gestor experimentado como Fernando Caeiros é reconduzido à condição de indigente em matéria de “cargos por nomeação política em organismos públicos”. Quando o principal problema orgânico do País reside precisamente na desumanização, extrema politização e tecnocratização radical desses mesmos cargos. Pelo que esta situação não deixa de ser anedótica. Rasca, mas anedótica.

Editorial de Paulo Barriga, na última edição do Diário do Alentejo.

CIMBAL organiza conferência sobre o impacto da Reforma da Administração Local nas Comunidades Intermunicipais

O auditório do Instituto Politécnico de Beja recebe, no próximo sábado, a partir das 14.30 horas, uma conferência para debater a Reforma da Administração Local e as competências que, no futuro, poderão ser atribuídas às Comunidades Intermunicipais, organizada pela Assembleia Intermunicipal da CIMBAL - Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo.

COTR elegeu novos corpos sociais

António Manuel Campos (presidente) e José Filipe dos Santos, Francisco Palma, Manuel Reis e Rui Garrido (vogais) foram eleitos para a direcção do Centro Operativo e de Tecnologia do Regadio. Shakib Shahidian foi eleito presidente da Mesa da Assembleia-Geral e António Pereira presidente do Conselho Fiscal.
Jorge Maia é o director técnico do COTR.

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