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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Turismo e Fronteira: perspectivas de desenvolvimento turístico do interior”

O Município de Barrancos e a Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal organizam e promovem o Congresso “Turismo e Fronteira: perspectivas de desenvolvimento turístico do interior”, que irá ter lugar no dia 16 de Março, no Cineteatro de Barrancos. Este evento pretende reunir empresários, técnicos, investigadores e comunidade em geral, em torno da problemática do turismo e da sua importância no âmbito do desenvolvimento do interior. 

As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias e devem ser formalizadas para os seguintes endereços de correio electrónico: cmb.eeagrants@cm-barrancos.pt  ou centenariodoturismo@gmail.com .

Veja: PROGRAMA COMPLETO

"Chove dinheiro, água não!"

O sol, a estrela que nos dá vida e nos ilumina, oferece-nos nestes dias uma chuva de partículas eletromagnéticas quando, no nosso país, o que precisávamos mesmo era de um forte aguaceiro de raios luminosos de democracia que trouxesse aos nossos governantes valores morais e éticos, sentido de responsabilidade, exigência de rigor, transparência no exercício da governação.

Não podemos ficar à espera do milagre de uma estrela e muito menos dos alertas, perdidos em nuvens de poeiras contaminadas, do avisador-mor do reino. Será o povo português, pela sua consciencialização, mobilização e luta, construindo projetos políticos alternativos e colocando-os em execução pela sua força coletiva, que encontrará as medidas necessárias, e cada dia urgentes.

No espaço de três meses, o BCE decidiu fazer chover duas bátegas de notas que somam cerca de 1 milhão de milhões de euros. É quase o dobro da soma das dívidas de Portugal, Irlanda e Grécia!

Esse dinheiro vai correr (escorrer), a taxas de 1%, para a Banca. Aí fica disponibilizado para os seus acionistas, que são simultaneamente os acionistas dos grandes grupos económicos, lhe darem bom tratamento. Ao comum das empresas pouco há de chegar e às pessoas muito menos.

Lei aqui todo o artigo de Carvalho da Silva, de que respiguei estes trechos.

Agricultores do Sul reclamam coordenação política ao mais alto nível

Uma delegação da ACOS reuniu-se esta semana com a Ministra da Agricultura, Assunção Cristas e com o Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Carlos Moedas, a quem transmitiram as principais preocupações relacionadas com a conclusão do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, as consequências da seca e os atrasos nos financiamentos dos sistemas de recolha de cadáveres animais e da sanidade animal. Os agricultores solicitaram um envolvimento e uma coordenação política ao mais alto nível.

Os representantes dos agricultores do Sul transmitiram grande preocupação perante o avolumar das dúvidas sobre o financiamento da última fase de Alqueva que envolve os melhores solos do País e incide sobre um conjunto muito vasto de investimentos já efectuados e apresentaram um conjunto de propostas que, sem impactos significativos na situação financeira do País, podem ajudar a minimizar os efeitos da seca, designadamente: o pagamento imediato dos saldos das ajudas referentes a 2011; a antecipação do pagamento das ajudas referentes a 2012, a intermediação do Ministério na renegociação de créditos bancários assumidos pelos lesados e a criação de uma linha de crédito de longo prazo que permita o financiamento das necessidades acrescidas das explorações.

Ver aqui a Nota de Imprensa na íntegra.

18 - Até quando...

... as pessoas que têm de fazer a pé o percurso entre o Bairro da Esperança (ou o Parque Industrial) e a Cidade de Beja vão ter de percorrer este troço no estado que a fotografia mostra (entre o Parque Industrial e a Rua D. Afonso III)?

Se o estado é este quando não chove, imagine-se como será quando chove intensamente... Não será possível encontrar uma solução, execuível a curto prazo, para esta situação?

Vamos continuar o debate?

A publicação do alvitre “Portugal: A Soma das Partes” gerou uma interessante discussão que gostaria de ver aprofundada, porque me parece importante para o nosso futuro colectivo.

A sempre polémica mas também sempre presente, mesmo quando o poder dominante não quer, REGIONALIZAÇÃO foi o detonador do debate que, entretanto, se alargou naturalmente a outros temas que lhe estão associados.

Seria interessante se, neste ou naquele alvitre, o debate de ideias prosseguisse.

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