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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

AMBAAL E NERBE/AEBAL DEFENDEM QUE AEROPORTO DE BEJA DEVE SER O "+1" DA PORTELA

As associações reafirmam a “importância do projecto para o desenvolvimento da região (...) e do País”. A AMBAAL e o NERBE consideram “no actual momento em que se discute e avalia a opção Portela + 1 (...) a opção por Beja é a que implica menos custos para o País, pois a infraestrutura aeroportuária reúne desde já condições para o efeito e a rede de acessibilidades nomeadamente a rodoviária encontra-se em curso, estando a sua concretização integral apenas dependente do próprio Governo”.

Ainda as guerrinhas na CIMBAAL

Como eleita na Assembleia Intermunicipal gostaria de salientar que ao contrário do que é dito pelo PS, nunca houve com a Assembleia Intermunicipal nenhum acordo de rotatividade... tal como ficou bem patente na reunião extraordinária da Assembleia realizada no passado dia 9 de Março. A rotatividade foi decidida ao nível do Conselho executivo (onde estão eleitos presidentes de Câmara) a Assembleia Intermunicipal é constituída por eleitos da Assembleias Municipais, neste orgão a CDU não tem empate com o PS (como se verifica ao nível do Conselho executivo, em que é o PSD que desempata) Na Assembleia Intermunicipal a CDU tem 22 eleitos, o PS tem 17, o PSD tem 5 e o MI tem 1. Deixo o link de uma noticia de 2010 que ajuda a esclarecer que acordo exisitia, nas palavras do próprio Presidente do Conselho Executivo - JPulido Valente :

http://www.correioalentejo.com/index.php?diaria=4200

Comentário de MManuel Gantes, deixado aqui, a 12 de Março de 2012 às 15:19

Assim se vai vendo quem é que manda no governo

O secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, deixou o Governo. Terá sido afastado do cargo por pressão dos operadores do sector energético. Em causa estará o estudo de avaliação dos custos das rendas excessivas, encomendado pelo Governo para entregar à ‘troika', segundo o qual o Estado estará a pagar 3,9 mil milhões de euros a grandes produtores de electricidade em rendas excessivas. O objectivo do Governo seria cortar 2,5 mil milhões deste montante.

Artur Trindade, director da ERSE, a entidade reguladora do sector, deverá ser o substituto de Henrique Gomes.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Concordo em absoluto que o caminho não é por aí.

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    O eterno problema das mentes pequeninas e poucochi...

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    Queria dizer pelotão,mas saiu asneira,que não vi.

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