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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Algo poderíamos fazer pela nossa cidade”

Meu caro Luís, compreendo a emoção que refere. Também eu a sinto. O ambiente urbano de aspecto abandonado, de cidade decadente, é de facto desolador. Será talvez o espelho do abandono, não só dos edifícios, mas do somatório das desistências que se sucederam em Beja, particularmente na última década. Lembro-me como se falava na esperança que para esta cidade representava o Ensino Superior. Lembro-me também de projectos infra-estruturantes, potencialmente criadores de condições favoráveis ao investimento e crescimento do tecido económico da nossa região. Lamentavelmente, tudo se foi esvaindo, como água caída sobre areia...
Hoje assistimos resignados à partida da mais recente geração de jovens qualificados, boa parte deles para fora de Portugal. Na actual conjuntura de recessão económica, não é de esperar que essa tendência se inverta. Os que vamos ficando por cá - por imobilismo ou teimosia - pouco ânimo temos tido para combater essa situação. No entanto, enquanto a crise não passa, algo poderíamos fazer pela nossa cidade. Algo que não implica grandes custos monetários. Arrumar a casa, organizar. Juntarmo-nos mais, debater. Deixarmo-nos de tricas que não resultam em nada mais que ressentimentos. Procurar, entre a penúria e o abandono, as nobres razões, os valores que sustentem a nossa alma de cidadãos.

Comentário de José Frade, deixado aqui, a 8 de Março de 2012 às 09:35

“Alentejo Atractivo: nas rotas do Investimento Global”

Quais  as vantagens competitivas do Alentejo? Como conquistar bons investimentos neste mercado global? Como promover a atractividade da Região?

Para tentar responder a estas e outras questões, a Associação Alentejo de Excelência (Fórum Alentejo) promove a Conferência-debate “Alentejo Atractivo: nas rotas do Investimento Global”, no próximo dia 10 de Março, Sábado, pelas 15h00, no Auditório da CCDRA, em Évora, com as seguintes participações: Carlos Sezões (presidente da Alentejo de Excelência), Luís Cavaco (director Geral da ADRAL), António Ceia da Siva (presidente da Turismo do Alentejo), Lino Coelho (administrador do EvoraHotel), Eduardo Abreu (partner da Neoturis) e José Ernesto de Oliveira (presidente da Câmara Municipal de Évora).

“A Oposição à Ditadura e o Assalto ao Quartel de Beja”

… é o mote para um colóquio que decorre,

a partir das 19h00,

na Biblioteca da EBI de Santa Maria em Beja,

que pretende assinalar os 50 anos passados

sobre aquele acontecimento.

José Hipólito Santos, investigador

do Instituto de História Contemporânea

e um dos protagonistas

do “Assalto ao Quartel de Beja”

é o convidado desta iniciativa,

que pretende divulgar

uma questão da história local e nacional

ainda pouco estudada e debatida.

“Será que terá valido a pena ter lutado por uma democracia ?”

Há largos meses que não ia ao coração da cidade de Beja. Ou seja, ao seu Centro Histórico. Nomeadamente à zona das Portas de Mértola, meia-laranja e as ruas que as ligam com o chamado jardim do bacalhau.
E não calculam a tristeza com que fiquei ao ver o estado de tamanha degradação em que se encontram. Isto depois de ainda há meia dúzia de anos das obras da Polis.
Não vou entrar em pormenores, apenas pedir a todos que possam, que deem uma volta por ali com os olhos bem abertos.
Apenas saliento em jeito de relato tipo fotográfico, o conjunto dos imponentes edifícios do Banco de Portugal com o da Pousada de S. Francisco. Ambos encerrados e em processo de degradação bem visível.
E em frente deste último, a escultura em homenagem ao preso politico de Jorge Vieira, que não consegue ter um lugar certo e definitivo na cidade, mas que foi ali colocada, como que a dizer:
- Será que terá valido a pena ter lutado por uma democracia que deixou chegar estes edifícios e estas ruas a um estado destes?

Comentário de Luís D’Cunha, deixado aqui, a 7 de Março de 2012 às 23:44

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