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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Beja cria Borboletário na estufa do Jardim Público

A apresentação pública do projeto

de um borboletário

integrado na 2ª fase de requalificação do Jardim Publico de Beja,

terá lugar a 8 Março na casa do Lago pelas 18h30.

A existência de uma estufa de plantas

desativada no Jardim Público

gerou a ideia de criação de um Borboletário

ocupando esse espaço vazio.

No entanto, toda a zona poente do jardim carece de requalificação,

de modo a permitir a sua fruição pela população em geral,

pelo que se convidam os munícipes a dar os seus contributos para este projeto.

Évoraé polémica

Os meios de marketing anunciaram "“Évora é” (como sendo) uma campanha do Programa Acrópole XXI que visa informar e envolver o público na intervenção Acrópole XXI, para regenerar o centro histórico de Évora, através da aproximação emocional das pessoas à cidade e ao projecto”.

Depois, um pouco por toda a cidade, e especialmente junto a espaços mais nobres ou simbólicos, foram surgindo as mais diversas “assinaturas”: “évoraé sua”, “évoraé tanto e tão perto” ou “évoraé luz”. Surgiram em suportes afixados em emblemáticas fachadas, pinturas sobre placards de apoio a obras de requalificação ou impressas no chão das ruas e praças. Sobre as pedras cinzentas do chão apareceram letras brancas dizendo que Évora é doce ou outras mil coisas. Isto desde o Verão passado. Mas esta sexta-feira à noite, a cada frase branca espalhada no chão, foi acrescentada uma segunda mensagem, com o mesmo lettering, mas a cor de oiro. “Évora é dívida” e “Évora é bluff”, traduzindo-se numa intervenção discreta mas corrosiva.

Pergunta-se agora como classificar ou avaliar esta forma de participação no espaço público? Poderá alguém chamar a uma tal intervenção “vandalismo” ou outra qualquer forma de usurpação do espaço da cidade? Claro que não. Trata-se evidentemente de um exercício de participação social. Tão óbvia como antes o era a campanha "Évora é", que também se apropriou do espaço público, "borrando" ruas e degraus sem pedir autorização. Visto a outra luz, pode-se entender estas "inscrições" como se aproximando de uma forma de arte colaborativa. Anuncia uma guerra simbólica. É o reverso da medalha antes cunhada: a branco pelo poder das parcerias institucionais. A dourado pelo contra poder sem assinatura.

Que resposta poderão agora dar, os poderes a quem cabe a responsabilidade de cuidar do “espaço público”? Se foi tão fácil retirar os panos pintados (com a mesma mensagem) suspensos na semana passada nas grades de obra da Igreja do Salvador em plena Praça do Sertório, que legitimidade haverá agora para apagar as letras douradas?

Não parecendo legitimada qualquer resposta por parte dos poderes, uma não-resposta é a assumpção de uma derrota simbólica.

Está por saber até onde se estenderá esta guerra e que perdas e ganhos terá, embora - ó rídículo dos rídiculos - já se anuncia um desejo de "demanda" judicial por parte da empresa, que primeiro "borrou" as ruas, contra "terceiros" que apenas amplificaram o sentido do protesto de quem não vê as suas dívidas saldadas. E isto desde 2009.

Publicada por Carlos Júlio às 19:05, no A Cinco Tons

Secretário de Estado da Administração Local reúne hoje com CIMBAL

O secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Paulo Júlio, reúne-se hoje, em Beja, com os autarcas que integram a CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, no quadro das reuniões que tem desenvolvido com as diferentes Comunidades Intermunicipais.
A extinção de freguesias, a fusão de municípios, o reforço das competências das Comunidades Intermunicipais, a transferência do Museu Regional Rainha D. Leonor para a CIMBAL, a Lei dos Compromissos e a Lei da Execução Orçamental são matérias que os autarcas vão abordar.

Alvitense Mariana Mortágua publicou "DVIDADURA" com Francisco Louçã

 

«Portugal pagará em 2012, em juros, mais do que o efeito conjugado de todas as medidas de uma austeridade gravíssima neste ano. Nos dez anos seguintes, o compromisso de amortização da dívida, considerando apenas a hoje existente e nenhum outro empréstimo suplementar ou outra emissão de dívida, é de 134,5 biliões de euros – o que, em média, ultrapassará em muito o pagamento de 2012, chegando em alguns anos a ser o triplo. Esta dívida é impagável e não pode ser paga. Queremos por isso discutir estes factos e as propostas com os leitores. Queremos assim contribuir para a mobilização da indignação e das razões da democracia. Queremos construir a alternativas sólidas, realizáveis e consistentes. Nos tempos em que o capital se afasta da democracia, a política do socialismo é lutar por ela: a democracia responsável é a arma contra a dívidadura

 

Nota: Corrigi o nome que é Mariana e não Joana, como tinha escrito. Joana é a irmã gémea. Peço desculpa pelo lapso.

Comentários recentes

  • Anónimo

    ????????????????????

  • Anónimo

    Ninguém comenta a capa verde?

  • Anónimo

    Obrigado caro amigo. Um grande abraço. Ricardo (Se...

  • Ana Matos Pires

    Sim, vai seguir mail e o jornal fará o que entende...

  • Anónimo

    Dra,, esse reparo devia ser enviado directamente a...

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