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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

«Isto para mim é uma questão inevitável»

Zé LG, 18.02.12

Economista e antigo líder do PCP, Carlos Carvalhas defende que a dívida pública portuguesa «é impagável», e que mais tarde ou mais cedo terá de ser renegociada nos seus prazos e juros, e perdoada uma parte.
No entendimento de Carlos Carvalhas, renegociar a dívida significa prazos maiores para o seu pagamento e diminuição nas taxas de juro. «E naturalmente uma parte [da dívida] que não será paga para sairmos desta situação, e apostarmos no crescimento económico. Sem crescimento económico não haverá solução, nem para o défice, nem para a dívida, nem para o nosso país» sustentou.

Realçou ainda que hoje, o «dinheiro que sai em lucros e dividendos para o exterior já é superior a tudo aquilo que entra da União Europeia, nos diversos fundos», e isso sem ter em conta «os lucros que sairão no futuro» através da REN [Redes Eléctricas Nacionais], da EDP, e de outras empresas que também passarão para o setor privado.