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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A continuarmos assim, vamos para a bancarrota.”

A política deste governo, mais se assemelha a uma peça de teatro do faz de conta. Para não alarmar a confiança dos mercados financeiros, lá vão dando uma falsa garantia de que estamos no bom caminho e, a toda a hora afirmam que somos diferentes, e Portugal não é a Grécia. Sem sinais de recuperação da nossa economia, não vamos conseguir pagar a dívida mais os juros e, isto porque todo o nosso PIB está a cair progressivamente, em consequência da destruição de todo o nosso aparelho produtivo, consubstanciado no encerrar de empresas e no aumento assustador do desemprego. O patronato continua insatisfeito... quer mais medidas ainda, para além das que foram negociadas em concertação social. Mas, quem tem que mover a economia são os empresários, os honestos e empreendedores que não estão à espera que seja o governo a pôr-lhe todos os meios nas mãos, inclusivamente a própria Lei. Dos trabalhadores, dizem que são improdutivos... mas não são improdutivos se, aceitarem trabalhar sem receber, o que parece uma contradição. Enfim... não temos empresários só patrões, estes últimos pouco ou nada interessados em criar emprego, o que faria a diferença para a retoma da economia. A continuarmos assim, vamos para a bancarrota.

Comentário de António Martins, deixado aqui, a 8 de Fevereiro de 2012 às 18:14

Paragem nas obras de Alqueva é negativa para a região e o País

Em consequência da indefinição relativamente à conclusão das obras de Alqueva e da recente proposta de reprogramação financeira do PRODER, a qual retira 130 milhões de euros até aqui destinados à construção da rede de rega de Alqueva, os agricultores do Baixo Alentejo reúnem-se esta sexta-feira (10 de Fevereiro), pelas 11h00, no Auditório da Expobeja.  A convocatória para a reunião nasceu de forma espontânea, através da troca de sms e de emails no sentido de serem consertadas estratégias e formas de actuação que permitam contrariar um problema com consequências negativas para a região e para o País.

A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) solidariza-se com os agricultores que representa e subscreve a base das suas preocupações.

Retirados 130 milhões de euros do PRODER, ficam disponíveis cerca de 97 milhões de euros para Alqueva, o que representa cerca de metade do valor necessário para conclusão das obras, o qual é estimado em cerca de 200 milhões. 

Num clima de grande incerteza face ao futuro, os agricultores temem que esta paragem prive da água de Alqueva todos os investimentos já realizados que aguardam pela água e inviabilize igualmente todos os projectos de investimento a realizar na área de influência de Alqueva que assentem no regadio.

Perante este quadro, os agricultores reúnem-se esta sexta-feira para, em conjunto, definirem estratégias e modos de actuação face ao avolumar de um problema que terá, caso nada seja feito, consequências negativas para toda a região e para o país.

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