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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Trabalhadores com salários em atraso na Metalomecânica Projectos Industriais

Zé LG, 02.02.12

Os 45 trabalhadores da empresa Metalomecânica Projectos Industriais (MPI, ex-MPG)), de Beja, estão com dois meses de salários e o subsídio de Natal em atraso e "alguns" já passam "dificuldades", denuncia publicamente o SITE/SUL.
O administrador reuniu com os trabalhadores, mas, "em vez de apresentar soluções para o problema", disse que a empresa "não sabe" quando poderá pagar os salários e o subsídio em atraso, pelo que os trabalhadores decidiram reunir em plenário na próxima segunda-feira, 6, para analisar a situação e tomar decisões.

Pedro Mota Soares em Beja

Zé LG, 02.02.12

O ministro da Solidariedade e da Segurança Social desloca-se hoje a Beja, para participar, às 17.30 horas,  na cerimónia de inauguração da nova sede da Cáritas Diocesana, na Casa D. José do Patrocínio Dias, onde “vão ser mantidas as mesmas respostas sociais e implementado um novo serviço”, segundo Teresa Chaves, presidente daquela instituição, que disse que “nos últimos tempos a Cáritas Diocesana de Beja tem recebido cada vez mais pedidos de apoio de pessoas, pertencentes à classe média, que não têm disponibilidade financeira para pagar a prestação do empréstimo à habitação”.

Choque em cadeia no tarifário das carreiras urbanas de Beja

Zé LG, 02.02.12

A Câmara de Beja aprovou ontem o novo sistema de tarifário das carreiras urbanas. As novas tarifas chegam a ter aumentos de 50%! Estes aumentos são justificados pela descida dos subsídios do IMTT- Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres, que vai reduzir a comparticipação a transferir para a Câmara dos 50% para os 25%.

O presidente da Câmara diz que a autarquia não tem hipótese de suportar a redução da comparticipação pelo que os custos recairão sobre os utilizadores. Os vereadores da CDU votaram contra a proposta.