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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“De Sol a Sol”

O IV Encontro da Rede Internacional de Municípios pela Cultura (enRede), este ano com o tema “De Sol a Sol”, acontece entre os dias 26 e 29 de janeiro, em Itabira e São Gonçalo do Rio Abaixo, municípios integrantes da enRede – projeto criado em Portugal para incentivar o intercâmbio cultural no mundo.
Durante os quatro dias, as cidades de Itabira e São Gonçalo do Rio Abaixo passam a ser o ponto de interseção mundial entre culturas de diversas cidades de diferentes países, recebendo gestores, artistas e produtores culturais para o intercâmbio cultural.
In: http://www.enrede.org/

Afinal, estamos a “perder mais quatro anos a comprometer o futuro”

É urgente experimentar alternativas, propostas por quem não esteve no poder e que, por isso, não pode ser responsabilizado pela situação, com outras visões e políticas, que mostrem se existem ou não alternativas melhores ou se temos de nos conformar com esta fatalidade. Perdemos a oportunidade de criar essa possibilidade em Outubro último. Não podemos perder mais quatro anos a comprometer o futuro. É preciso e urgente acabar com a instabilidade instalada, afastando quem já mostrou à saciedade que não sabe ou não quer governar, antes que a ingovernabilidade se entranhe e se criem e desenvolvam situações sociais de difícil controlo.

Foi assim que terminei um alvitre intitulado “Antes que seja tarde”, que publiquei aqui, há dois anos.

Beja y Arrabaldes

É um blogue, de Rita Cortês, que trata de “Beja e seus arredores através de imagens antigas e recentes, notícias de jornais e publicações diversas”, que pode ver em aqui.
A autora deste blogue agradece aos funcionários do ARQUIVO FOTOGRÁFICO DE BEJA e aos funcionários da BIBLIOTECA MUNICIPAL DE BEJA a gentil cedência de fotografias e documentos, indispensáveis para enriquecer as "estórias" de Beja.

Parece que ainda não é desta que o Orçamento do Município de Beja vai ser aprovado

A maioria do PS na Câmara de Beja recusou as propostas dos vereadores da CDU e aprovou a sua nova proposta de Orçamento, que poderá ser novamente chumbada pela Assembleia Municipal, tendo em conta as posições públicas dos eleitos da CDU e do BE.

Ou seja, pode-se estar a repetir o que já aconteceu no final do ano. A quem vai recorrer, desta vez, o Executivo do PS, tendo falhado a ameaça judicial e o parecer da ANMP?

A Câmara de Beja emitiu, entretanto, um comunicado, cujo conteúdo mostra quem está interessado em utilizar este processo com arma de arremesso na luta poítico-partidária. E ainda faltam quase dois anos para as eleições autárquicas...

“Fico chocada com a ausência de visão para Beja”

Marta Mestre,
32 anos, natural de Beja
Cursou História de Arte, na Universidade Nova de Lisboa e, mais tarde, especializou-se em Cultura e Comunicação/Museologia com um mestrado “Fico chocada com a ausência de visão para Beja”na Université d’Avignon et des Pays de Vaucluse, em França. Coordenou, entre 2005 e 2008, o Centro de Artes de Sines, dirigindo a programação do centro de exposições, auditório e serviço educativo. Tem igualmente trabalhado regularmente em projetos culturais e de curadoria, entre os quais “Cinema em Cartaz” (Faro Capital da Cultura, 2005, e Lisboa, 2007); Bienal de São Tomé e Príncipe (São Tomé, 2008); e “Terceira Metade”, para o MAM-Rio.


É portuguesa, e bejense, a atual curadora-assistente do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. À “cidade maravilhosa” Marta Mestre aportou com o objetivo de organizar uma programação sobre as trocas culturais contemporâneas no Atlântico Sul, e acabou por ser convidada pelo curador do MAM para integrar a sua equipa. “Não hesitei em ficar”, confessa, depois de um ano e meio a acompanhar de perto o trabalho dos artistas brasileiros de hoje, uma produção que rivaliza com o que se faz na Europa e nos EUA, mesmo se ainda há pouco tempo era tida como terceiro-mundista. Um país que atravessa anos de pujança económica, em contraste com o irmão europeu que parece ter já saído “de qualquer desenvolvimento possível”.
Como surgiu esta oportunidade de integrar a equipa do Museu de Arte Moderna desta grande metrópole brasileira?
Cheguei ao Rio de Janeiro com o objetivo de organizar uma programação sobre as trocas culturais contemporâneas no Atlântico Sul. Realizámos no MAM, com o apoio do Ministério da Cultura do Brasil, iniciativas muito interessantes que reuniram pessoas de várias áreas: arte, design, curadoria, economia criativa, antropologia e literatura, etc. Acabei por receber um convite do curador do MAM para integrar a sua equipa e não hesitei em ficar.
Até ao momento, quais têm sido os grandes desafios desta tarefa?
Um dos principais desafios tem sido tomar conhecimento do trabalho dos artistas e instituições culturais brasileiras, que é muito diverso e extremamente rico.
Que época atravessa a criação artística no Brasil, nestes anos de pujança económica?
Nos últimos anos o valor de mercado dos artistas brasileiros duplicou ou mesmo triplicou. Existe uma expetativa muito forte na capacidade de afirmação da economia brasileira que influencia mercado, colecionadores e instituições internacionais a comprar. Aquilo que ainda há bem pouco tempo era visto como uma cultura exótica, periférica ou mesmo de “terceiro mundo” agora rivaliza com os EUA e a Europa.
Que vista tem sobre Portugal e o continente europeu desde a “cidade maravilhosa” e que principais contrastes encontra entre estas duas realidades?
Há coisas que são iguais em todo o lado, seja no Rio de Janeiro, seja em Beja. Há é uma diferença que afastará estas duas realidades para sempre. Nos próximos anos o Brasil vai consolidar-se como a potência económica que já demonstra ser, mesmo que continue a ter um conjunto de índices que afetam o seu desenvolvimento, e é talvez aqui que o seu modelo de desenvolvimento nos seja estranho. Mas se olharmos para a realidade das cidades portuguesas e do País, facilmente percebemos que já saímos de qualquer desenvolvimento possível. Cada vez que vou a Beja fico chocada com a ausência total de uma visão para a cidade.

Carla Ferreira, in Diário do Alentejo, edição da semana passada.

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