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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A Água de Alqueva ainda não está a ser gerida?

A precipitação está abaixo dos valores normais desta época, mas somente a barragem de Serra Serrada, em Bragança, e a de Odivelas, merecem mais atenção e neste caso, poderá ser necessário um reforço, adiantou o presidente do INAG.

 

Mas não estava previsto que a água das barragens do EFMA era gerida de forma a assegurar sempre os níveis mais adequados em função da disponibilidade e da necessidade de água e do custo da energia? Isso ainda não está a ser feito pela EDIA? – É o que parece pelos níveis de água que as barragens apresentam, ou seja, apenas têm a água da chuva.

Endividadas e desertificadas, mas com obra feita

As câmaras construíram equipamentos nos últimos anos sem que isso tenha servido, sequer, para fixar a população.
Os dez municípios mais endividados do país perderam, nos últimos dez anos, segundo os resultados preliminares do último censo, quase sete mil habitantes. Todos os autarcas ouvidos pelos i concordam que a construção de equipamentos pode ter melhorado a qualidade de vida dos munícipes, mas não foi suficiente para travar a fuga de população para outras zonas do país. Alguns admitem mesmo que se gastou demasiado em algumas obras, agora difíceis de rentabilizar.
No Alentejo, Portalegre – que é capital de distrito –, perdeu mais de mil habitantes, apesar dos investimentos avultados realizados nos últimos anos. O novo edifício da câmara, que também é centro de congressos, custou 7,4 milhões de euros. O museu da cidade implicou um investimento de 1,7 milhões e o centro de espectáculos 8,7 milhões.
A câmara de Nisa, que perdeu mais de 1100 habitantes, também está na lista dos municípios mais endividados. Culpa, diz a presidente, da construção de um complexo termal que custou 10 milhões de euros, comparticipados em 25% pela autarquia e que obrigou à contracção de um empréstimo. Quase três anos depois da inauguração, Maria Tsukamoto admite que o retorno não tem sido “o esperado”, essencialmente por causa da “crise que o país atravessa”. 
Em Ourique, o Cine-teatro Sousa Telles, inaugurado em 2009, representou um investimento de mais de 1,5 milhões de euros. Quase três anos depois, só passa cinema de 15 em 15 dias. O presidente da câmara, Pedro do Carmo, concorda que o uso do edifício “não é o esperado”, mas garante que não se arrepende do investimento. Além do cine-teatro, a câmara, que é sexta na lista do endividamento, também construiu um centro de convívio que teve um custo de 1,2 milhões e uma biblioteca em que se gastou perto de um milhão de euros. Já o pavilhão municipal, que é usado apenas seis vezes por ano, custou 581 mil euros.
In: http://www.ionline.pt/portugal/camaras-muitas-obras-nao-serviram-quase-nada

Comentários recentes

  • Anónimo

    ????????????????????

  • Anónimo

    Ninguém comenta a capa verde?

  • Anónimo

    Obrigado caro amigo. Um grande abraço. Ricardo (Se...

  • Ana Matos Pires

    Sim, vai seguir mail e o jornal fará o que entende...

  • Anónimo

    Dra,, esse reparo devia ser enviado directamente a...

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