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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

MUNICIPIO DE ALVITO COMEMORA 114º ANIVERSÁRIO DA SUA RESTAURAÇÃO

A 13 de Janeiro de 1898 um heróico movimento municipalista, consegue contrariar a reforma administrativa de 1895, levada acabo pelo ditador João Franco e que extinguiu dois terços dos municípios então existentes, entre os quais o de Alvito. Nesse dia 13 de Janeiro de há 114 anos atrás restaurou-se o Concelho de Alvito.
Saibamos todos honrar a memória desses heróis defendendo e engrandecendo este nosso CONCELHO DE ALVITO.

 

Escreveu, oportunamente, o presidente da Câmara de Alvito, João Penetra, na sua página do Facebook.

Interrupção do fornecimento de Água a Beja e Penedo Gordo

A EMAS de Beja, EEM, informa, que na sequência de avarias ocorridas durante a noite na conduta adutora do roxo, da responsabilidade das Águas Públicas do Alentejo, poderão ocorrer falhas no abastecimento a várias zonas da cidade de Beja e Penedo Gordo.
Aquela empresa pode ficar impossibilitada de fornecer volumes necessários para que a EMAS proceda à sua distribuição em situação de normalidade.
A situação está a ser acompanhada em permanência na tentativa de minorar os impactos nos consumidores.
In: http://www.emas-beja.pt/index.asp

“A resposta civilizada é dividir o trabalho”

“The New Economics Foundation” organizou uma conferência em defesa de uma ideia totalmente revolucionária: em nome do bem-estar da população, da diminuição da pobreza, da redução do consumo, da diminuição das emissões de dióxido de carbono ninguém deveria trabalhar mais de 21 horas por semana.
Conforme os interesses da empresa e trabalhador, o trabalho poderia concentrar-se em três dias, ser feito em part-time (três horas por dia) ou até sazonalmente, no máximo de 1092 horas distribuídas ao longo do ano.
Para começar a transformação, “The New Economics Foundation” defende que se arranque com uma semana de trabalho de quatro dias. “Diminuindo a semana de trabalho para quatro dias poderemos criar uma melhor balança entre trabalho pago” e aquilo a que chamam “vital core economy”: família, amigos e vida comunitária. Seria um caminho de pequenos passos, até à grande revolução das 21 horas. O que obrigaria cada um de nós a “reclassificar” as relações entre tempo, dinheiro e consumo, e a sua verdadeira relação com aquilo que chamamos “bem-estar”.
Para os autores, estas ideias são “uma antecipação racional de um modo de vida com baixos gastos de emissões de carbono”, fundamental à sobrevivência a prazo. Trabalhar 21 horas por semana vai trazer “ganhos consideráveis, abrindo novas oportunidades para reduzir as desigualdades de rendimento e viver mais saudavelmente.
Leia todo o artigo em:

http://www.ionline.pt/portugal/agora-algo-radicalmente-diferente-melhor-trabalhar-so-21-horas

 

 

Trata-se de uma proposta provocatória, que, pela oportunidade, justifica um grande debate. Vamos a ele?

AMBAAL descontente com processo de implementação da TDT

O Conselho Directivo da AMBAAL expressa o seu “descontentamento” face à forma como tem sido conduzido o processo de implementação da TDT -Televisão Digital Terrestre.
Os municípios “exigem tratamento equitativo para todos os cidadãos” e apelam “a que seja considerada a situação particular dos territórios do Baixo Alentejo”.

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