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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A Crise” há 80 anos

Vai uma apostinha? Ou uma adivinhazinha? Saberá o estimado leitor qual foi a primeira manchete do “Diário do Alentejo”? Não é fácil. Nem demasiadamente difícil. Já lá vão 80 anos, é certo, e bem se sabe como o tempo costuma varrer os recantos à memória. Mas existem certos temas, certos assuntos, certas fatalidades que atravessam a História de Portugal desde os tempos da formação da Nacionalidade. “A Crise”. Pois é: “A Crise”. A 1 de junho correm 80 anos sobre o nascimento do “Diário do Alentejo”, por iniciativa de Carlos Marques e edição de JJ Corôa. E então, como hoje, o País estava a receber de peito aberto a onda de choque provocada pela quebra na bolsa de Nova Iorque e pela chamada “Grande Depressão”. O “Diário do Alentejo” surge, então, em pleno maremoto financeiro e económico. O maior de todos os tempos, dizem os economistas, agora com mais dúvidas do que antes tinham. Mas surge o “Diário do Alentejo” com uma vitalidade e uma capacidade de ironizar a toda a prova. A primeira manchete do jornal, já o sabemos, foi “A Crise”. Que o editor fez ilustrar com um desenho de três meninas dondocas a perguntar umas às outras se os respetivos “papás” sempre tinham comprado um Packard. Que era assim a grande máquina automóvel da época. E também a mais cara. A mais luxuosa. Por medo da crise, o pai de uma das meninas não comprou o carro. Por medo da crise, o pai de outra adquiriu-o: “teve medo da crise de nervos da mamã”. São os de hoje, os mesmos tiques de ontem. E para quem tinha prometido, ainda na semana passada, abolir a palavra crise das páginas deste jornal, encontrou minhoca logo na primeira cavadela. Mas não poderíamos deixar de mencionar a “nossa” crise de há 80 anos. Foi assim que nasceu este jornal. E este é um ano de data redonda e bonita para o “Diário do Alentejo”. Estamos de parabéns e queremos festejar. Mesmo que não possamos oferecer a todos os nossos fiéis leitores um Packard, embora saibamos que o merecem. Um bom ano para todos, nos 80 anos que o “Diário do Alentejo” faz.
Editorial de Paulo Barriga na edição desta semana do Diário do Alentejo.

Candidatura do Cante a Património da Humanidade promove encontro de grupos corais na Casa do Alentejo

No âmbito da Candidatura do Cante Alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, a Confraria do Cante Alentejano, a Casa do Alentejo e a Associação MODA promovem, neste domingo, 8 de Janeiro, na Casa do Alentejo em Lisboa, o primeiro encontro de grupos corais. Na iniciativa, além dos promotores da candidatura, participam também o Presidente da Câmara Municipal de Serpa, o Presidente da Turismo do Alentejo ERT e o Presidente da Comissão Executiva. Na ordem de trabalhos estão temas como a importância da Candidatura do Cante Alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, o ponto de situação da mesma e a relevância da participação dos Grupos Corais na sua razão de ser e desenvolvimento.
In Rádio Planície.

“PREJUDICIAL PARA A DEMOCRACIA É TER ELEITOS QUE NÃO ZELAM PELOS INTERESSES DO SEU POVO!”

Nada é mais prejudicial para a democracia do que ter eleitos que durante a campanha eleitoral dizem que sim a tudo, mesmo sabendo que depois na prática terão que dizer que não.

Sente-se a frustração nas ruas das nossas terras, independentemente das idades das pessoas com que falamos.

Sente-se a frustração dos trabalhadores da Câmara pelos incumprimentos do que lhes foi prometido pelo partido socialista e pelos eleitos na Câmara. Disseram e desdisseram e obviamente no fim a culpa é sempre dos outros.

Nada é mais prejudicial para a democracia do que esta cultura de paninhos quentes em que a Câmara protege o Governo e o Governo protege a Câmara para que as pessoas não percebam que, cada um ao seu nível, ambos são responsáveis pelas políticas de meias tintas com que estão a governar o nosso Concelho.

Trecho de um texto de Estêvão Pereira, publicado aqui.

Livro do bejense António Nobre distinguido internacionalmente

O livro “Entre Coentros e Poejos – Uma Viagem pela Cozinha de António Nobre”, da autoria do bejense e colaborador do “Diário do Alentejo” António Nobre, foi distinguido pelos “Gourmand World Cookbook Awards” na categoria Chef Cookbook “Melhor livro do chef”.
Os prémios Gourmand World Cookbook nasceram em 1995 e distinguem anualmente os melhores livros de gastronomia e vinhos de todo o mundo em 41 categorias para livros de culinária e 18 para livros de bebidas.

In Diário do Alentejo

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