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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Assembleia Municipal de Avis exige demissão do CA da ULSNA

A Assembleia Municipal de Avis aprovou por unanimidade uma moção apresentada pelos eleitos da CDU que manifesta o descontentamento deste órgão do poder local pelas medidas impostas pela Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) - encerramento das extensões de saúde de Alcórrego, Maranhão e Valongo e à redução do horário de funcionamento do Centro de Saúde de Avis - e onde exige, entre outras medidas, a demissão do Conselho de Administração da ULSNA.

Por considerar que as medidas referidas constituem uma “privação do direito de igualdade dos cidadãos locais, excluídos do direito de acesso à saúde” e face à não suspensão das mesmas em consequência das providências cautelares interpostas, a Assembleia Municipal de Avis exige a efetivação da decisão judicial bem como a mudança das políticas de saúde e a demissão do Conselho de Administração da ULSNA.

Município de Vidigueira abandona CRBA

O Conservatório Regional do Baixo Alentejo está “condenado ao fracasso” entende Manuel Narra, presidente da Câmara de Vidigueira, que considera que, nos actuais “moldes”, o futuro do Conservatório está “comprometido” pois o maior contribuinte financeiro para o projecto pretende reduzir as suas contribuições.

A Assembleia Municipal de Vidigueira aprovou na semana passada a saída do Município do Conservatório, por discordar da forma de funcionamento e contestar o incumprimento do que “estatutariamente estava estabelecido” por parte de alguns associados.

Falou, falou mas não diz nada

O primeiro-ministro falou ontem à Nação e não disse nada que fizesse o “Zé” mudar a opinião que formou dele ao longo destes primeiros seis meses de governação.

Depois de ouvir esta “conversa”, ficamos com a sensação de que ele falou mas não disse nada. Ou melhor, de que não disse o que realmente pensa nem o que vai fazer. De que se limitou a falar do que julga que o “Zé” gosta de ouvir.

Apesar disso, nalgumas coisas de que falou tem razão: "nem sempre estão à altura do serviço que têm de prestar" e "uma sociedade que se preza não pode desperdiçar nem os seus jovens nem as pessoas que se encontram na fase mais avançada da sua vida", como está a acontecer. Mas não me parece que, com falas destas, hajam mais  "razões para olhar de frente o futuro com esperança" ou que o governo consiga “a recuperação e o fortalecimento da confiança" perdida nestes primeiros seis meses.

Comentários recentes

  • Anónimo

    alguém pode dizer onde é este lugar?

  • Anónimo

    Concordo a 1000% com M. Frade.Pode-se, rádios, jor...

  • Quim

    Foi a conclusão que EU tirei. Mas não fui o unico....

  • Anónimo

    voto em branco

  • Anónimo

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