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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Vin&Cultura volta a animar Ervidel

Com o objectivo de promover, valorizar e divulgar os produtos da terra, particularmente o vinho, assim como as artes tradicionais e a cultura do concelho, a Câmara Municipal de Aljustrel, em parceria com a Junta de Freguesia de Ervidel, associativismo e os produtores locais, realiza, este fim-de-semana, a 10ª Vin&Cultura, que para além de uma festa e aproveitando de forma criativa as enormes potencialidades de desenvolvimento da região, associa economia (produção de vinho, grão-de-bico) e cultura (a música, a gastronomia, o artesanato) para valorizar Ervidel e uma das suas “marcas”, o vinho de qualidade.

LIÇÃO DO RATINHO para quem acha que os problemas que afectam os outros não lhe dizen respeito

Esta fábula é fantástica! Serve para aqueles que se sentem seguros na actual crise mundial.
O que é ruim para alguém é ruim para todos...   
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até ao porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações...
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O quê? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira...
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro levou a esposa imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, (matou a galinha).
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la...
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo
aquele povo.

Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre o risco. O problema de um, é problema de todos!

Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos.

 

Recebido por e-mail.

Luís Miguel Ricardo lança novo livro: "Verão 86"

Do autor do grande êxito Heróis à Moda do Alentejo, natural de Ferreira do Alentejo, licenciado em Filosofia da Cultura e Formação Educacional e pós-graduado em Ciências Criminais, técnico superior do IEFP.

Enquanto no México se jogavam as decisões derradeiras do Campeonato do Mundo de Futebol, em Cova da Zorra, pleno coração de um Alentejo profundamente rural, a comunidade vivia as incidências próprias dos dias quentes e abafados da época.
Os rapazes desdobravam-se entre as jogatinas da bola nos campos de restolho agreste, as aventuras e desventuras de pedaleira ou a pé, os trabalhos sazonais e a descoberta do sexo. As raparigas sonhavam com príncipes encantados que as resgatassem da monotonia da planície solitária. Os adultos prosseguiam com o fado da vida.
Tradição, aventura, descoberta, emoção, paixão, traição, crenças, drama e vingança são ingredientes omnipresentes neste Verão diabólico vivido nas terras quentes do Alentejo. Mas, sobretudo, muito humor!
E ainda: A Cardeneta com os melhores cromos e postais do Alentejo dos anos 80!

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  • Anónimo

    Dos socialistas não, dos boys e girls.

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    Vai ficar tudo na mesma.

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