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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Kadhafi foi morto ao resistir à sua captura

Muammar Kadhafi foi morto, em Sirte, durante uma troca de tiros entre os seus apoiantes e as forças rebeldes depois da sua captura, poucos minutos antes de chegar ao hospital. Kadhafi foi capturado vivo e terá resistido, sendo atingido por um tiro na cabeça e outro no abdómen.

Amnistia Internacional pediu ao CNT que informe sobre todos os pormenores da morte do ex-líder líbio de Muammar Kadhafi e faça uma investigação imparcial sobre como esta ocorreu.

Marciano Lopes na ARS do Alentejo

Marciano Lopes, delegado regional do Alentejo do IDT-Instituto da Droga e da Toxicopedência e responsável do Gabinete de Estudo da Distrital de Beja do PSD, vai fazer parte do Conselho Directivo da Administração Regional de Saúde do Alentejo numa equipa liderada por José Robalo, que vai substituir no cargo Rosa Matos.

Há, assim, pelo menos uma alteração à equipa que alvitrámos aqui.

João Paulo Ramôa acusa Hospital de Beja de ser “uma porta de entrada da família socialista e amigos”

João Paulo Ramôa, presidente da concelhia de Beja do PSD, defende a realização de uma auditoria às contas da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), porque esta é uma instituição onde foram tomadas “opções muito duvidosas” no passado. O antigo Centro Hospitalar do Baixo Alentejo “tem sido nos últimos anos, de uma maneira perfeitamente despudorada, uma porta de entrada da família socialista e amigos que é preciso esclarecer e responsabilizar”, acusou.

PR afirma que "ninguém pode hipotecar as gerações futuras"

"Receio que possamos estar no limite dos sacrifícios. Receio que para os pensionistas, por exemplo, já possam ter ultrapassado o limite", sublinhou o Presidente da República, lembrando que mudou o Governo mas "não mudei de opinião. Já o disse anteriormente e posso dizê-lo outra vez: é a violação de um princípio básico de equidade fiscal", afirmou, referindo-se à retenção, até 2013, dos subsídios de Natal e de férias de funcionários públicos e pensionistas.

Cavaco Silva defendeu ainda que "ninguém pode hipotecar as gerações futuras" e que "a forma como cada um assumir as suas responsabilidades será determinante para o futuro de todos", reconhecendo que "Subsistem naturalmente dúvidas sobre o resultado do caminho que percorremos actualmente, até porque o sucesso, em boa parte, não depende só de nós. Depende da conjuntura internacional e da capacidade que a União Europeia demonstrar para resolver a crise financeira da zona Euro", acrescentando que "importa evitar que se instale a ideia de que não se faz tudo o que podia ser feito para dinamizar a economia e combater o desemprego".

A garantia da sustentabilidade financeira do país passa por "uma reforma profunda do Estado", condição "essencial para que Portugal mantenha um quadro favorável" no panorama internacional. "Essa reforma exigirá um novo consenso político na sociedade portuguesa, transcendendo a responsabilidade do Governo actual e obrigando a um compromisso de todos, incluindo os partidos da oposição, os representantes do poder regional e local, os órgãos superiores da administração pública e os principais agentes do mundo laboral e dos sectores da Saúde, da Educação e da Justiça", explicou o Presidente da República.

 

Não só as oposições partidárias, não são só as centrais sindicais, não são só os movimentos dos indignados, que consideram o corte dos subsídios de Natal e de férias de funcionários públicos e pensionistas injusto e uma “violação de um princípio básico de equidade fiscal", “que possamos estar no limite dos sacrifícios” e que "ninguém pode hipotecar as gerações futuras" é também é também o Presidente da República. É por isso, mais que legítimo, uma obrigação tentarmos travar este caminho e procurar alternativas que respeitem os direitos das pessoas e não hipotequem as gerações futuras.

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