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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Ao passar à Vidigueira… traga versos no coração…

O CONCELHO…

É um lugar ao sul e ao sol. 

Envolvida num berço de vinhos, aqui fixou Fialho D'Almeida as fronteiras de “O País das Uvas”. 

É a Vidigueira. Até tão longe quanto a memória pode ir, nestes campos fartos e generosos, riscaram comunidades milenares o rasto da sua passagem. Só uma terra assim podia premiar o maior feito do Renascimento português: a abertura do caminho marítimo para a Índia, por Vasco da Gama, em 1498. O Almirante foi feito conde da Vidigueira e, ainda hoje, a vila conta o passar do tempo com um sino que tem gravadas as armas do navegador.

São terras ricas, mas nada valiam sem as suas gentes. São elas que a enriquecem, sem que muitas vezes enriqueçam. 

Por aqui trata-se o vinho por tu. 

Os homens falam do ”vinho do trabalho”.   É quase uma celebração pagã esta relação do povo da vidigueira com o néctar perfumado das uvas. É a mãe de todas as festas. Em cada copo de vinho há fragmentos de sol alentejano e a mágica sacralídade que liga o homem ao seu chão. Em cada bago de uva há um beijo de mulher com a lua nos lábios. É o prémio por tanto suor.

Vidigueira, Terras de Pão, Gentes de Paz.   

Pedro Ferro

 

Consulte o Folheto

Mais uma iniciativa anulada por falta de apoio da Câmara de Beja...

A BITIJ – Bienal Internacional de Teatro para a Infância e Juventude deste ano foi anulada. O grupo Jodicus, responsável por esta realização, explicou que “não se faz a iniciativa este ano, porque a Câmara de Beja não conseguiu garantir, atempadamente, o subsídio de 5.000 euros”.
Miguel Góis, vereador da autarquia bejense, disse lamentar a situação e explicou que o “Município não conseguiu responder, por questões de tesouraria”.

 

São conhecidas as dificuldades das autarquias em geral e da Câmara Municipal de Beja em particular. Não é de admirar, por isso, que a Autarquia Bejense não consiga apoiar todas as iniciativas, como fazia anteriormente. Por isso também, as opções têm de ser mais criteriosas e selectivas e as que são feitas definem o rumo que o Executivo Camarário pretende para o concelho. Será que o que está a dar é o mais correcto e o que melhor serve os interesses do concelho e das suas populações?

Pudera!...

O secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, confirmou hoje que a recessão económica em Portugal em 2012 será mais profunda que o previsto, podendo chegar aos 2,5 por cento, devido à conjuntura internacional.  

"As pessoas em Portugal não vêem o que se passa no dia a dia lá fora, com números negativos a sair todos os dias nos Estados Unidos da América, e ao termos esta incerteza, obviamente que os cenários (macroeconómicos)  têm de ser modificados, mas não por não estarmos a fazer o que temos de  fazer, mas sim pela situação internacional", argumentou o governante.

 

Não era este o argumento que os outros usavam para justificar a crise? Não foi para a ultrapassarem mais depressa e com menos sofrimento que ganharam as eleições? Como se pode combater a recessão mantendo e insistindo em medidas que a provocaram?

Assembleia Municipal chumbou extinção da EXPOBEJA. e Pulido Valente espera que “o Governo extinga a empresa”

A proposta de extinção da ExpoBeja - Sociedade Gestora do Parque de Feiras e Exposições de Beja foi ontem chumbada na Assembleia Municipal de Beja. Os eleitos da CDU e do Bloco de Esquerda votaram contra. O PSD absteve-se e o PS votou a favor.
A CDU recusou-se a votar a extinção da Empresa por não existir um acordo entre as duas entidades que a compõem – ACOS e Câmara de Beja - e sem um plano de viabilização.
O Bloco de Esquerda considera que é necessário criar um Plano Estratégico e só depois definir o “modelo e a fórmula de gestão”.
O PSD não se opõe à extinção mas prefere que entre os dois parceiros exista um “consenso”.

O PS pensa que não é possível celebrar um protocolo com a ACOS sem que antes esteja decidida a extinção da empresa, porque desta forma a Câmara ficaria “refém” da ACOS.
Jorge Pulido Valente vai ficar à espera que “o Governo extinga a empresa”.

 

E o que vai fazer o presidente da Câmara até lá, para viabilizar ou acabar com a Sociedade?

A dívida oculta da Alemanha

"A verdade" – é o título do Handelsblatt, que baseando-se em números espantosos, põe termo ao mito da alegada parcimónia do Estado alemão. Oficialmente, a dívida alemã, em 2011, é de 2 biliões de euros. Mas isso é apenas uma meia verdade, porque a maior parte das despesas previstas com reformados, doentes e pessoas dependentes não foram incluídas nesse cálculo. De acordo com os novos números, a dívida real ascende a mais 5 biliões de euros. Por conseguinte, a dívida da Alemanha atingiria 185% do seu produto interno bruto e não os 83% oficialmente anunciados.

PRESSEUROP

Publicada por Pedro Martins em 11:58, no seu “A Dita e o Balde”

 

Com mestres destes como não havia Alberto João Jardim de "esconder" os buracos que tem andado a abrir na Madeira?

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