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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Feira da Luz em Montemor-o-Novo já começou

A Feira da Luz é hoje um evento de cariz regional que projecta Montemor e atrai a atenção crescente fora do concelho e mesmo do Alentejo.

Com um programa vasto e diverso, onde não faltam exposições, desporto, o espaço artesanato, a exposição de gado, a feira tradicional, as tasquinhas, a brincafeira, o espaço da Oficina da Criança (que cumpre em 2011 30 anos de existência) e a feira do livro, a Feira da Luz/Expomor tem nos seus espectáculos musicais a sua imagem de marca. Sempre com entradas gratuitas, de 31 de Agosto a 5 de Setembro, as noites têm nos dois palcos do certame, propostas musicais imperdíveis. De igual modo destacamos a festa brava com a novilhada e a tradicional e prestigiada corrida de touros, e as largadas (que regressam) dos Bombeiros Voluntários.

No recinto da Feira as propostas são muitas e procuram responder a diferentes gostos, de miúdos e graúdos.

Programa.pdf

"Sempre de cabeça no chão e rabo no ar" até criar o Insetozoo em Vila Ruiva

O Cappas Insetozoo, museu vivo de insetos sociais, surgiu há 13 anos visando vários objetivos: a educação ecológica dos visitantes; a divulgação dos insetos sociais; a preservação de espécies em extinção; o proporcionar de material para investigadores; ou o resgate de conhecimentos antigos sobre os insetos sociais. E surgiu pela vontade de João Cappas e Sousa, estando hoje registado como centro de pesquisa de insetos sociais, algo "único no mundo". Colaborando frequentemente com universidades, o conhecimento autodidata do investigador não o fragiliza entre os académicos.

"Sempre de cabeça no chão e rabo no ar". É desta forma que o autodidata descreve os seus primeiros anos de vida, influenciado pela sua avó, que também gostava de abelhas. A oferta, por parte da mãe, de um livro sobre formigas incentivou João a fazer algo diferente. Nesse livro vinha descrito que a rainha passava cinco a seis meses sem comer, pondo ovos e alimentando a sua descendência. "Eu tomo pequeno-almoço, almoço, jantar. Se a rainha hibernasse, eu ainda percebia. Isso fazia-me confusão e tive que ver". Rapidamente arranja um frasco de café Tofina com terra com uma formiga fecundada e começa a observar. "Arranjei um diário e comecei a escrever. Dois meses depois vi a rainha a pôr um ovo. A minha mãe nem acreditou, por não ter máquinas, nem nada. Assim, aos oitos anos surgiu-me uma ideia: eu hei de fazer com que os outros vejam o que eu vejo". E desta forma nasceu o primeiro expositor, embrião e passo primeiro para a construção do insetozoo, para todos verem o que João sempre viu.

Conheça esta interessante história sobre este museu vivo lendo toda a reportagem no Diário do Alentejo.

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