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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Morreu Manuel Ruas

Zé LG, 26.08.11

Faleceu na quarta-feira em sua casa,

em Messejana, de onde era natural,

Manuel Ruas, com 69 anos,

antigo presidente da Junta desta Freguesia,

Provedor da Santa Casa da Misericórdia local

e conhecido empresário taurino,

que transformou a corrida do 15 de Agosto,

de Messejana,

“numa das mais importantes e carismáticas do panorama taurino alentejano”.

À sua família apresentamos os nossos sentidos pêsames.

 

Foto e alguma informação retiradas daqui.

“é muito fácil falar, fazer melhor ou pelo menos igual ninguém quer ou pode”

Zé LG, 26.08.11

Atendendo à sua pertinência, a seguir publico um comentário aqui deixado pelo presidente da AJNG, que deveria merecer a melhor atenção de todos os que têm comentado este assunto:

 

"A associação juvenil nova geração na ultima meia dúzia de anos que organiza as festas de Alvito e sempre de ano para ano o subsidio atribuído pela CMA diminui, mesmo assim continuamos a assumir a responsabilidade de realizar as festas de Alvito, mesmo assim todos os anos existem sempre meia dúzia ou mais de pessoas que decidem atirar para o ar falsas informações ou simplesmente criticas destrutivas em relação á nossa associação e aos eventos por nos efectuados. Para vossa informação nunca houve diferenças de valores numerários do subsídio tanto para as festas de Vila Nova da Baronia como as festas de Alvito. Sendo assim não percebo porque todos os anos a mesma calúnia. Em relação á cobrança de entradas nas festas de Alvito, as mesmas resultam devido a nosso programa de festas superar em dobro o subsídio atribuído pela CMA. Muitas pessoas falam porque nunca realizaram ou idealizaram sequer um evento em prol do concelho ou mesmo da freguesia, sendo assim não sabem das despesas que acarretam tais eventos ou actividades. O ano passado a CMA atribuiu o subsídio de 7000 euros e a AJNG teve despesas na ordem dos 14000 euros. Porque existem despesas com: artistas/alimentação dos artistas/estadia dos artistas e pessoal técnico/fornecimento de luz e som/seguros/animais para a realização da largada/publicidade/pulseiras, senhas, etc. /materiais pertinentes para a realização do evento. Na verdade é muito fácil falar, fazer melhor ou pelo menos igual ninguém quer ou pode, fica então mais fácil para essas pessoas denegrir, enxovalhar, maltratar, mentir, omitir e até ofender do que fazer algo de útil para Alvito ou com Alvito."

Presidente da AJNG a 26 de Agosto de 2011 às 01:06

“Beja Kids” vai animar a cidade em Outubro

Zé LG, 25.08.11

De 7 a 9 de Outubro, altura da Vinipax, Olivipax e Beja Gourmet, a autarquia de Beja vai organizar o “Beja Kids”. O vereador Miguel Góis diz que este pretende ser um “grande festival infanto-juvenil anual”. Durante o evento a Arena Multiusos do Parque de Feiras e Exposições vai ser transformado num parque de diversões dividido em duas zonas: uma com insufláveis, piscinas, carrosséis e baloiços e outra que vai servir de palco para dois espectáculos dedicados aos mais novos, o “Ruca” e o “LazyTown”.

Governo vai travar a construção do IP8 (entre Beja e Ficalho) e das novas variantes de Beja?

Zé LG, 24.08.11

A requalificação do Itinerário Principal n.º 8 (IP8) entre Beja e a fronteira com Espanha em Vila Verde de Ficalho poderá estar em causa, o mesmo podendo vir a acontecer com as variantes poente e nascente da capital do distrito que, recorde-se, obtiveram em Março passado parecer positivo ao estudo de impacto ambiental. Já a A26 entre Sines e Beja, actualmente em construção, deverá “ser intocável”.

Afinal isto não está mal para todos

Zé LG, 24.08.11

A fortuna dos 25 mais ricos de Portugal aumentou 17,8 por cento, somando 17,4 mil milhões de euros, revela a lista anual da revista Exame, liderada por Américo Amorim. Após três anos consecutivos de queda, os bilionários conseguiram aumentar os seus activos.

Os três mais ricos são: 1º Américo Amorim: 2587,2 milhões de euros, 2º Alexandre Soares dos Santos: 1917,4 milhões de euros, 3º Belmiro de Azevedo: 1297,6 milhões de euros.

Leia toda a notícia aqui.

 

O problema não está só no tamanho do bolo mas principalmente como ele é repartido. A continuar assim, quanto maior for a riqueza produzida maiores serão as desigualdades, com as consequências conhecidas.

A situação é de tal maneira escandalosa que já apareceram alguns dos mais ricos (nos EUA, em França e também por cá, Joe Berardo) a dizerem que os Estados devem criar um imposto sobre as maiores riquezas, o que as Esquerdas a sério há tanto reclamam e as direitas e a esquerda envergonhada têm persistido em recusar.

O valor da palavra dada ou, melhor dizendo, da honra

Zé LG, 23.08.11

Ainda sou dos que quando acordam qualquer coisa não voltam atrás. Para mim a palavra dada tem o valor do contrato escrito. Reparo, com demasiada frequência, que a palavra dada não tem o mesmo valor, que eu lhe atribuo, para muitas pessoas, que não têm qualquer dificuldade em dar o dito pelo não dito, como ainda hoje aconteceu com um casal com quem estabeleci um pré-acordo, que foi renunciado sem quaisquer problemas.

Será que estou a ficar velho? Será que valores como o da palavra dada, ou seja, o da honra já pouco significam na actual bolsa de valores, que cairam em desuso? Será que este - o da desvalorização de valores que devem formar o Homem - é o melhor caminho para melhorarmos a sociedade em que vivemos? Parece-me que estamos (muitos de nós) a trilhar caminhos, ou veredas, perigosos para o nosso devir colectivo. Ou será que estou a ver mal o filme e o que conta é o salve-se quem puder e que essa conversa dos valores não passa de uma treta, que só serve para enganar os parolos?

Para mim, o valor da palavra dada continua a contar. É uma questão de honra.