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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O valor da palavra dada ou, melhor dizendo, da honra

Ainda sou dos que quando acordam qualquer coisa não voltam atrás. Para mim a palavra dada tem o valor do contrato escrito. Reparo, com demasiada frequência, que a palavra dada não tem o mesmo valor, que eu lhe atribuo, para muitas pessoas, que não têm qualquer dificuldade em dar o dito pelo não dito, como ainda hoje aconteceu com um casal com quem estabeleci um pré-acordo, que foi renunciado sem quaisquer problemas.

Será que estou a ficar velho? Será que valores como o da palavra dada, ou seja, o da honra já pouco significam na actual bolsa de valores, que cairam em desuso? Será que este - o da desvalorização de valores que devem formar o Homem - é o melhor caminho para melhorarmos a sociedade em que vivemos? Parece-me que estamos (muitos de nós) a trilhar caminhos, ou veredas, perigosos para o nosso devir colectivo. Ou será que estou a ver mal o filme e o que conta é o salve-se quem puder e que essa conversa dos valores não passa de uma treta, que só serve para enganar os parolos?

Para mim, o valor da palavra dada continua a contar. É uma questão de honra.

“A luta não vai de férias”

Sob este lema, a Dorbe do PCP tem agendados encontros de dirigentes, deputado e autarcas com as populações de Moura e Amareleja, na sexta-feira, e Vila Nova de São Bento, no sábado, tendo “a produção nacional a agricultura e Alqueva” e a defesa do “serviço público de correios” como temas em debate.

O PCP “não aceita” a política de aumento brutal da exploração de quem trabalha e de ataque aos direitos laborais e sociais e “rejeita” a “inevitabilidade” da intervenção estrangeira em Portugal, pelo que vai aproveitar estes encontros para “denunciar as medidas do programa de submissão e agressão assinado pela troika nacional” e ao mesmo tempo “apresentar as propostas” que tem para salvar o País.

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