Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ALVITO EXPÕE PEÇAS ARQUEOLÓGICAS

Abriu ontem ao público

e estará patente até 31 de Dezembro,

no Posto de Turismo de Alvito,

uma exposição de arqueologia,

sob a coordenação do arqueólogo alvitense Jorge Feio

e a colaboração da arqueóloga Lina Maltez.

Trata-se de uma pequena amostra de peças

recolhidas no decorrer de trabalhos arqueológicos

e que pretende dar a conhecer um pouco da história deste concelho,

desde o Neolítico até à época moderna,

com maior incidência no período romano e tardo-romano.

Porque é que as pessoas (não) votam?

Realizaram-se mais umas eleições, desta vez antecipadas pela arrogância, teimosia e cegueira política de José Sócrates, para a Assembleia da República (e não para primeiro-ministro, como se banalizou apresentá-las).

Mais uma vez, a abstenção subiu e voltou a ganhar a maioria dos eleitores, apesar dos apelos ao voto dos candidatos e da ameaça/chantagem do Presidente da República de que quem não votasse não teria legitimidade para criticar quem fosse eleito.

Mais uma vez os candidatos e apoiantes mais empenhados se envolveram e se esfalfaram numa campanha eleitoral demasiado longa e dispendiosa, que pouco esclareceu e muito menos decidiu.

Será que os partidos e os líderes políticos e os órgãos de soberania reflectem sobre porque é que tudo isto acontece? Se o fazem porque não tomam medidas para alterar “o que já deu” e criar novos mecanismos que facilitem a participação das pessoas na política, a começar pelo voto?

Será que se interrogam sobre as razões que levam quase metade dos eleitores a não votar ou a anular o seu voto ou a votar em branco ou porque é que votam da maneira que o fazem?

As pessoas quando votam fazem-no porque esperam que o poder eleito contribua para resolver os seus problemas ou que, pelo menos, não aumente as suas dificuldades e que contribua para o desenvolvimento do país e a melhoria da sociedade. Por isso, algumas vezes, mais do que escolher o que acham melhor, optam por votar no mal menor ou, mesmo, na mudança porque estão fartas “dos que lá estão”, como aconteceu, claramente, nestas eleições.

Ou seja, as pessoas, que e quando votam, procuram dar utilidade ao seu voto. Nem sempre o fazem tendo em conta o mais importante, mas fazem-no quase sempre em função do objectivo mais imediato. Neste caso, isso foi evidente: o que importava, em termos imediatos, era correr com José Sócrates e a única solução credível para o conseguir era, sem dúvida, votar no PSD.

Mas há cada vez mais gente descontente, desencantada ou, mesmo, revoltada com este modelo de democracia. Dos que se sentem revoltados, existem os que acham que existem alternativas à alternância democrática do “centrão” e votam nos partidos ditos “de protesto”, nos pequenos partidos ou em branco ou anulam o seu voto. São os que ainda acreditam no voto.

Os descontentes ou desencantados já estão noutra, já não acreditam nessa transformação e, por isso, “já não dão para esse peditório” não votando.

É evidente - ou não é? -, que não é ameaçando-os e atirando-os pela borda fora do regime – onde eles já se encontram -, que se “recuperam” para voltar a acreditar nele e nas suas virtualidades e se convencem a votar.

O regime democrático tem de ser regenerado e, para isso, tem de contar com as pessoas, fomentando nelas a cidadania, o que implica que o poder político – os partidos, os órgãos de soberania e demais poderes públicos -, respeitem as pessoas, falem verdade, prometendo apenas o que acham que podem cumprir e não “adocem a pílula” quando as coisas não estão bem, cumpram as promessas que fazem e justifiquem porque não cumpriram as que não puderam cumprir, e criem mecanismos de participação em que ninguém se sinta excluído ou desresponsabilizado. E, acima de tudo, tem de ser capaz de satisfazer as expectativas que gera e as necessidades das pessoas.

Voltando, e para terminar, às eleições: as campanhas eleitorais podiam ser encurtadas para a semana que antecede a votação, acabando com o ridículo “dia de reflexão” – alguém acredita que alguém aproveite a véspera do dia da votação para reflectir e decidir em quem é que vai votar?!!! -; o tipo de campanha eleitoral deve ser revisto – quantas pessoas alteram ou decidem o seu voto em função do folclore eleitoral? -; as sondagens e a divulgação dos seus resultados devem ser disciplinados, de forma a traduzirem o sentido de voto dos eleitores e não a condicioná-lo.

06.06.2011

 

Publicado n revista Mais Alentejo, nº 106.

Vereadora eleita pela CDU vota com oposição reforço do subsídio ao F.C.Crato

O vereador Fernando Gorgulho considera que o subsídio anual de 96 mil euros ao Futebol Clube do Crato, aprovado na última reunião da Câmara Municipal do Crato, “está ao arrepio da situação que vivemos” e duvida que a autarquia tenha condições para o pagar.

A atribuição do subsídio, com um valor superior em 16 mil euros ao que havia sido concedido na última época desportiva, foi aprovada com os votos favoráveis da vereadora Fernanda Massano, independente eleita nas listas da CDU e dos dois vereadores do PS.

O presidente da Câmara do Crato, João Teresa Ribeiro e o vereador Fernando Gorgulho, eleitos nas listas da CDU votaram contra.

“Amor e Bondade com Cheiro a Madressilva”

… é o título do último livro de Ana Paula Figueira, cuja apresentação é feita por Maria Barroso, pelas 18h30, no El Corte Inglês, em Lisboa,.

Com ilustrações de Ana Afonso, o livro reúne 5 histórias de duas mulheres - Ana e Mariana -  e é acompanhado de um DVD onde a cantora Anabela dá a sua voz ao texto, sob o fundo musical composto por Ernesto Leite.

Ana Paula Figueira, docente do IPBeja, afirmou que este livro pretende transmitir um conjunto de “valores fundamentais e estruturantes para o ser humano”.

“Os homens precisam de Mimo” em Portalegre

Os Claustros do Convento de Santa Clara, em Portalegre, encheram-se de magia e de bom humor na noite de sexta-feira. João Miguel Tavares apresentou aos seus conterrâneos, amigos e familiares a compilação de um trabalho que há muito vem desenvolvendo nas muitas crónicas de humor que escreve, em diferentes órgãos de Comunicação Social, nomeadamente no Correio da Manhã. A vida familiar foi o mote escolhido, a mulher e os três filhos a inspiração.

João Miguel Tavares nasceu em Portalegre, em 1973. Licenciou-se em Ciências da Comunicação. Foi jornalista no Diário de Notícias e actualmente é colunista do Correio da Manhã, director adjunto da revista Time Out e integra a equipa ministerial do programa da TSF Governo Sombra. Vive com a mulher e os três filhos em Lisboa.

Mais Alentejo de julho/Agosto

A edição 106 da revista Mais Alentejo já está nas bancas.

 

O tema de capa é "Por este Alqueva acima".

Outros temas com chamada na capa:

- "Joaquim Letria - frontal e sem meias-palavras"

- "L'and Vineyards. Requintados prazeres brilhando nas estrelas"

- "Terras d'Alter. Desenhar vinhos de qualidade".

 

 

Com este número da Mais Alentejo é distribuido mais um "Dormidas e Manjares", este dedicado a Portalegre.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Gosto.Categoria de mensagem. Teria a mesma mensag...

  • Anónimo

    Que outros agentes desportivos ... e já agora polí...

  • Munhoz Frade

    Exemplar.

  • Anónimo

    O problema, é que por mais considerações ideológic...

  • Anónimo

    “DesilusãoTenho estado, como é meu hábito, atento ...

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds