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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

STAL quer criar plataforma em defesa da água, da sua gestão pública e contra a privatização do grupo AdP

O STAL “condena e reafirma a sua frontal oposição ao objectivo governamental de privatização da água e do grupo Águas de Portugal, porque tal é incompatível com a obrigação do Estado de assegurar o direito de todos à água, condição indissociável da construção e existência de serviços públicos de qualidade, democráticos, sustentáveis e ao serviço do país” e “exige uma política que valorize e promova a propriedade e gestão pública da água, salvaguardando o interesse nacional, das autarquias, cidadãos e trabalhadores do sector”.
O STAL anuncia que desenvolverá “uma campanha de esclarecimento, mobilização dos trabalhadores do universo AdP [Águas de Portugal] em torno da defesa dos postos de trabalho, dos salários, dos direitos e melhoria das condições de trabalho” e que vai iniciar contactos com outras estruturas sindicais, autarquias, organizações e movimentos sociais, tendo em vista “a criação de uma plataforma social ampla, diversa, forte e dinâmica e o desenvolvimento de iniciativas sociais, legais e institucionais em defesa da água, da sua gestão pública, contra a privatização”.

Adivinhem onde isto se passa…

…, se se confirmarem as denúncias feitas no texto, que me foi enviado por e-mail e que a seguir transcrevo, ou desmintam-nas, se não corresponderem à realidade. A situação, a confirmar-se, é demasiado grave e “é do maior interesse público, eu até diria mais: crítico para o bem-estar dos cidadãos da nossa Região” para que, porque se trata de “matéria muito delicada”, nos calemos, permitindo que se encete “o caminho da desagregação e alienação” deste “importante serviço público”.

 

“Bem, o que acontece aqui é na minha opinião de extrema gravidade, sob vários pontos de vista.

Os dois artigos que as Administradoras tomaram a iniciativa de corajosamente publicar (num semanário da cidade, depois de outro ter recusado) trazem a público alguns elementos sobre as contas da Instituição que conviria serem esclarecidas com objectividade, pelo Conselho de Administração da mesma. Não foi isso que o seu Presidente fez, exercendo o direito de resposta ao primeiro artigo.

Ameaçar as autoras de delito de opinião, acenando a uma com processo disciplinar e a outra com eventual cessação do contrato é no mínimo desadequado. O cidadão pagador de impostos tem o direito a um contraditório sobre matéria tão pertinente, efectuado pelos responsáveis pela gestão. Na verdade, como me parece ser óbvio, a consciência cívica não pode ser alvo de inibição pelo facto de quem a tem ser simultaneamente funcionário. A lógica que as empresas privadas usam, designadamente ao impor o silêncio aos seus colaboradores, para manter em segredo informações valiosas em mercado concorrencial, não se aplica à empresa em causa, que é (ainda...) PÚBLICA!

Consta que estão a ser utilizados sobre as pessoas em causa métodos de autêntica espionagem, como fotografias feitas às escondidas, e eventualmente, outras de cariz inaceitável do ponto de vista dos direitos humanos.

Num contexto de receio que há longa data se vive na casa, há muita "auto"-inibição das pessoas, que se calam para evitar represálias...”

"Alterações Climáticas-Impacto das Alterações Climáticas na Cultura da Uva de Mesa em Portugal Continental”

No Instituto da Vinha e do Vinho, em Lisboa,

vai ser lançado esta tarde,

numa cerimónia a realizar a partir das 17.30 horas,

o livro “Alterações Climáticas-Impacto das Alterações Climáticas na Cultura da Uva de Mesa em Portugal Continental”,

da autoria de Luís Peres de Sousa, Maria de Fátima Espírito Santo Coelho e Carlos José Direitinho Tavares.


O autor Luís Peres de Sousa afirmou que este livro é uma ferramenta importante para os produtores.  

Água Castello inaugura Museu em Moura

A primeira linha de engarrafamento da Água Castello, por onde passaram as primeiras garrafas há 112 anos, é uma das relíquias do museu que é inaugurado hoje, às 15h00, na fábrica de engarrafamento da água mineral natural gaseificada, no sítio de Pisões, no concelho de Moura.

O Museu Castello foi criado para preservar, conservar, colocar ao dispor de estudiosos e mostrar o espólio da Água Castello, «extremamente vasto e interessante e raro numa marca portuguesa», disse Jorge Henriques, o director-geral da Mineraqua Portugal.

O espólio é composto por equipamentos industriais de época que revelam a evolução da maquinaria usada para a recolha e o engarrafamento da Água Castello desde 1899, quando foi criada pela empresa Águas de Moura e começou a ser engarrafada no interior do castelo de Moura, e inclui também um acervo documental com peças como os logótipos e cartazes publicitários da Água Castello e os diplomas e prémios que a marca já ganhou.
Através do museu, a empresa quer permitir que estudiosos das marcas e da história de Portugal a partir de marcas, instituições académicas e científicas e alunos de escolas tenham acesso e possam visitar o espólio da Água Castello.

Marca "Alvito" pode ser usada como "um selo de garantia de origem de um produto local"

Segundo João Penetra, a marca "Alvito", desenvolvida a partir do conceito "Alvito, onde a felicidade é fruto da terra", inclui seis submarcas associadas às áreas identificadas como "as potencialidades do concelho": agricultura, natureza, cultura, património, gastronomia e turismo.

A marca "Alvito" servirá para "vender o território" e promover os produtos, serviços e potencialidades do concelho, disse o autarca, explicando que a marca pode ser usada como "um selo de garantia de origem de um produto local".

Entre outras acções, o plano de marketing prevê criar "courelas comunitárias", ou seja, terrenos locais serão arrendados a "aspirantes a agricultores", que irão ter apoios técnicos, formativos e financeiros para criarem um "negócio rentável", e a marca será o "chapéu" da abertura de canais de escoamento e comercialização dos produtos e serviços produzidos.

Segundo o autarca, o plano de desenvolvimento pretende "dinamizar" a economia do concelho, fixar população e atrair investidores, habitantes e turistas e vai ser implementado até 2025, sob a orientação de uma "célula de gestão", ou seja, uma "organização independente" que envolve entidades locais públicas e privadas e a sociedade civil.

O plano aponta 10 medidas, como apoio à diversificação da base económica e aposta na valorização do património e na criação de produtos e serviços turísticos, adequação da formação e capacitação das pessoas para o mercado de trabalho, implantação ou melhoria de equipamentos e serviços sociais públicos e privados, reforço e diversificação de actividades culturais e desportivas.

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