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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Ideologia precisa-se!

Os partidos (uns mais do que outros) têm vindo progressivamente a transformar-se em entidades gestoras de interesses. Desprezaram ou desvalorizaram a ideologia e passaram a afirmar-se pelas, maiores ou menores, organização, disciplina e capacidade de fazer promessas, deter o poder e gerir interesses.

Esta lógica do pragmatismo elevado a ideologia da não ideologia tem servido bem a direita, para quem a clarificação ideológica é fonte de divisões e redutora da sua influência.

A esquerda – que pretende a libertação do Homem e a consequente transformação da sociedade –, tem vindo a ser fortemente penalizada pela sub estimação da importância da ideologia enquanto factor de mobilização e enquadramento, designadamente das novas gerações, agora mais qualificadas do que nunca e, por natureza, generosas.

Estas, sentindo dificuldades em utilizar os partidos como instrumentos eficazes para essa acção libertadora e transformadora, têm vindo a experimentar outras formas de agir e manifestar o seu descontentamento e a sua indignação com a forma como os poderes instalados lhes estão a matar os sonhos e as possibilidades de uma vida melhor.

Os partidos políticos de esquerda ou são capazes de se regenerarem e recuperarem a ideologia, com todos os aperfeiçoamentos entretanto introduzidos, que os torne mais atractivos, enquadradores e mobilizadores de mais amplos sectores, principalmente dos jovens, ou correm o sério risco de continuarem a ser, cada vez mais, vistos como “os outros”, “iguais aos outros” e a definhar e a tornarem-se dispensáveis por, cada vez mais, gente que quer intervir activamente e ser senhora do devir colectivo.  

Alvito entre os municípios que pagam mais depressa

De acordo com a D-GAL, os municípios que alentejanos que demoram menos e mais dias a pagar aos seus fornecedores são:

TOP TEN dos que demoram menos a pagar:

 3º - Portel (6 > 4)

 7º Arronches (4 > 5)

17º Almodôvar (11 > 9)

22º Marvão (4 > 13)

26º Fronteira (22 > 17)

28º Grândola (19 > 20)

29º Alvito (35 > 20)

34º Viana do Alentejo (16 > 24)

38º Serpa (58 > 26)

41º Redondo (18 > 30)

 

TOP TEN dos que demoram mais a pagar:

 2º Borba (216 > 903)

10º Évora (156 > 534)

21º Ourique (262 > 417)

32º Alandroal (324 > 306)

33º Barrancos (71 > 285)

59º Sines (175 > 217)

93º Aljustrel (51 > 163)

94º Montemor-o-Novo (198 > 163)

98º Santiago do Cacém (127 > 160)

99º Monforte (157 > 158)

 

O número de ordem é do ranking nacional e entre parênteses indicam-se os números médios de dias de pagamento em 31.12.2009  e em 31.12.2010.

 

Beja é o 112º que demora mais a pagar a nível nacional (12º dos alentejanos), tendo passado de 98 dias de prazo médio de pagamento em 31.12.2009 para 143 dias em 31.12.2010.

 

É interessante analisar não só os prazos em 31.12.2010 mas também como eles evoluíram num ano e, para quem acompanha mais de perto a vida dos municípios, a que se deve tal evolução – a maior ou menos actividade ou a melhor ou pior gestão.

Não devia ser a Alemanha a pagar?!!!

Os 27 membros da União Europeia (UE) vão discutir hoje se aceitam os 210 milhões de euros de ajudas da Comissão Europeia para compensar os produtores de frutas e legumes afectados pela crise da bactéria E.coli na Alemanha.

 

Porque é a União Europeia a pagar estas compensações? Porque não é a Alemanha a pagá-las, se foi ela que gerou o pânico nos consumidores em resultado de falsos alarmes? E porque não procura a Alemanha a origem do problema na carne que produz, designadamente de porco? – São só algumas perguntas inocentes de quem não está a perceber mesmo nada do que se está a passar...

Mata Cáceres deixa presidência da Câmara de Portalegre

Mata Cáceres, o presidente da Câmara Municipal de Portalegre, eleito pelo PSD, anunciou que vai abandonar a presidência da autarquia. Num comunicado divulgado pela Câmara de Portalegre há momentos refere-se que  "o Presidente da Câmara Municipal de Portalegre, José Fernando da Mata Cáceres anunciou  hoje em reunião de câmara ordinária a sua decisão de cessar funções por razões de natureza pessoal.
 “Esta foi uma decisão muito ponderada e pensada de forma a não prejudicar a cidade e a garantir o bom funcionamento da autarquia” declara Mata Cáceres. 
Adelaide Teixeira, a actual vice - presidente, assumirá o cargo de Presidente da Câmara de Portalegre, Ana Manteiga acumula o cargo de vice-presidente e Nuno Santana entra para o executivo municipal como vereador."
 

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