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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CULTURA NO ALENTEJO em debate este sábado, em évora - Salão Nobre do Teatro García de Resende

 

Programa

09h30|10h00 Recepção / Café (Bar do Teatro)

10h00|10h30 Café com Música & Letras

Nuno do Ó e Henrique Lopes (guitarra e cante); António Murteira (texto poético)

10h30|10h45 Comunicação de Abertura

António Murteira

10h45|13h30 Sessão e debate centrado no Património Cultural

Comunicações de Manuel Calado, Nuno Ribeiro Lopes, Ana Paula Amendoeira, Gabriela Tsukamoto.

Moderação por André Espenica.

14h30|14h45 Café com Música & Letras

Grupo Cantares de Évora | Cante Tradicional Alentejano (Salão Nobre)

14h45|16h30 Sessão e debate centrado nas Artes e Letras

Comunicações de Rui Horta, José Alberto Ferreira, Paula Santos, Joaquim Soares, Nuno do Ó, José Russo.

Moderação por Paula Santos.

16h30|17h00 Apresentação pela Comissão Dinamizadora das principais ideias e propostas do 'Debate sobre a Cultura no Alentejo'

17h00|17h30 Café com Música & Letras

Bruno Cintra  Flauta Tamboril (Salão Nobre)

PédeXumbo  Mastro e fitas | danças com todos (frente ao Teatro)

 

O "realismo" da direita e o "idealismo" da esquerda

Todos os dias, a toda a hora, ouvimos os políticos da direita e também os do centro-esquerda e os comentadores de serviço da situação a rejeitarem toda e qualquer ideia ou proposta apresentada pelos partidos e gente da esquerda, com o estafado argumento de que podem ser muito idealistas mas não são concretizáveis. E assim vão defendendo, enquanto podem, o pensamento único e o capitalismo - mais ou menos selvagem - como fim da história.

Não é de admirar que assim procedam, estão a defender "a sua dama". O mesmo já não se pode dizer dos que se afirmando de esquerda ou que dizem defender uma mudança a sério, assimilam  esse argumento e repetem-no acriticamente. São os acomodados e os derrotados.

Esquecem-se de que é o "sonho que comanda a vida" e de que uma qualquer proposta só pode ser classificada de "idealista" se não for concretizável, o que só pode ser provado depois de se tentar pô-la em prática. E não se lembram das muitas propostas "realistas" que têm tido como resultado o que estamos a viver...

Os últimos debates têm sido esclarecedores quanto a isto. 

Talvez Jorge Pulido Valente devesse ouvir melhor as críticas

Em resposta a uma carta aberta que escrevi a Jorge Pulido Valente, em 14.10.2010, criticando o seu primeiro ano de mandato, que em meu entender não correu bem, obtive como resposta uma carta igualmente aberta, em que afirmava, contestando a minha crítica, que “estamos a conseguir, apesar de todas as dificuldades inesperadas e todos os boicotes, concretizá-las (propostas do Programa Eleitoral), na sua grande maioria, de acordo com uma visão e uma estratégia que estamos a seguir e cujos resultados irão começar a aparecer, mais visivelmente, como prevíamos, a partir do próximo ano.” E terminava: “Deixo-te uma pergunta. Qual o verdadeiro objectivo desta carta aberta?”

Agora, sete meses depois, José Barriga, mandatário da candidatura do PS, veio a público afirmar que “não era este tipo de Câmara” que desejava para a cidade, sublinhando que a actual maioria do PS na Câmara de Beja está a ser uma “desilusão”.

 

A ter em conta estas declarações, que fazem eco de muitas das que se ouvem na cidade, parece que não tenho razões para me “arrepender” de ter escrito aquela carta e que se alguém não fez os “trabalhos de casa” não fui eu… Parece que os resultados (positivos, é claro) da sua gestão ainda não começaram a aparecer, como JPV previra, o que vai desiludindo os seus apoiantes que não metem a cabeça na areia…

Será que JPV fez ao seu mandatário a mesma pergunta que me dirigiu há sete meses: “Qual o verdadeiro objectivo desta carta aberta?”

Talvez Jorge Pulido Valente devesse ouvir melhor as críticas, principalmente as feitas por quem apoiou a sua candidatura ou é seu amigo...

Espero que os que vieram então a terreiro criticar a minha atitude façam o mesmo agora.

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    Tem razão! No entanto é necessário não perder voz,...

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