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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Mais Alentejo nº 105 está hoje nas bancas

Tema principal de capa: Enchidos e presunto, a tradição ainda é o que era.

Reportagem sobre a Herdade do Mouchão, 100 anos a produzir vinhos de qualidade.

Na Rota do Ardila, por caminhos do Alentejo profundo.

Entrevista com Fernando Correia, o leão de ouro da rádio portuguesa.

  

Com a edição 105 da Mais Alentejo é distribuído o Roteiro Dormidas & Manjares Évora 2011, que reúne alojamentos e restaurantes do distrito de Évora, depois de no número anterior ter sido editado idêntico roteiro sobre Beja.

A razão da força em vez da força da razão

Muitos e muito têm falado na necessidade de um entendimento dos partidos do “arco do poder” para levar de vencida a crise que eles próprios criaram. Estas pressões atingiram o seu auge, a nível nacional (porque a nível internacional também se fazem sentir e de que maneira!) com o manifesto em defesa de "Um Compromisso Nacional", que é também subscrito por personalidades como Jorge Sampaio, Mário Soares e Ramalho Eanes, entre outros. Não é, por isso de admirar esta declaração de Mário Soares.

Estas manobras mostram que estes senhores persistem na razão da força em detrimento da força da razão. Não é pelo facto de um governo ter maioria absoluta que resolve bem os problemas e se mantém no poder. Os problemas – e estes são bem graves -, resolvem-se com novas políticas e não com as mesmas, que estão na sua génese. A estabilidade política consegue-se com políticas adequadas à resolução dos problemas e à satisfação das necessidades das pessoas. A “estabilidade” que estes senhores preconizam é a acomodação das pessoas pela força, pelo medo, através de campanhas bem orquestradas dos que defendem o pensamento único, a ideologia das não ideologias.

"Beja, nunca mais sem 25 de Abril"

 

A não organização por parte da autarquia bejense de qualquer iniciativa para comemorar o 25 de Abril, levou o deputado do BE José Pedro Oliveira a apresentar na Assembleia Municipal de Beja, realizada na passada quarta-feira, a moção: “Beja, nunca mais sem 25 de Abril”, que foi aprovada com os votos do BE e da CDU.

 

A Assembleia Municipal de Beja deliberou que as comemorações do 25 de Abril no concelho serão organizadas pela Mesa da Assembleia, já no próximo ano.

 

Portugal está entre os 3 países da UE com mais precariedade laboral

Hoje a OIT chama a atenção para as questões da segurança no trabalho. Um dia para  o mundo pensar na necessidade de acrescentar qualidade ao trabalho que temos.
É boa altura para rever a dimensão das palavras segurança e saúde no trabalho. Para além da necessidade de prevanir sinistralidade, e reforçar sistemas de saude laboral, crescem outras (in)seguranças.

"De acordo com os dados do Eurostat, em Portugal, em 2005, 24,9% dos trabalhadores estavam com contrato não permanente. Em 2010 este número era de 29,4%. Portugal está entre os 3 países da UE com mais precariedade laboral."
 
E ouvimos tantos especialistas repetirem que o problema da produtividade em Portugal é a inflexibilidade da legislação laboral. Será hoje um dia para se desdizerem?

 

Post certeiro e oportuno da minha amiga Dores Correia, publicado aqui.

Ministro da Agricultura visitou obras do Empreendimento de Alqueva

A EDIA- Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva anunciou a conclusão da instalação de todas as Centrais Mini Hídricas do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva. Para assinalar o fim do processo de instalação, o Ministro da Agricultura esteve hoje na Central de Alvito. António Serrano visita ainda os aproveitamentos hidroagrícolas de Alfundão, “uma infra-estrutura de rega que beneficia cerca de 4 mil hectares, e o de Ferreira/Figueirinha e Valbom, com cerca de 5 mil hectares”, refere a EDIA.

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Comentários recentes

  • Anónimo

    Penso que é facial perceber quem falta a verdade. ...

  • Anónimo

    Bons tempos.

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    Tem toda a razão, às vezes parecem miúdos que pela...

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    Como estão as contas afinal?

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