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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Os sete pecados mortais do PS, segundo Ana Benavente

 

1. Adoptou "políticas neoliberais e, portanto, abandonou a matriz ideológica socialista";
2. "Autoritarismo interno e ausência de debate, empobrecendo o papel do PS no país";
3. "Imposição de medidas governativas como inevitáveis e sem alternativa, o que traduz dependências nacionais e internacionais não assumidas nem clarificadas para o presente e o futuro";
4. "Marketing político banal e constante, de par com uma superficialidade nas bandeiras de modernização da sociedade portuguesa";

5. "Falta de ética democrática e republicana na vida pública e na governação";

6. "Sacrifício de políticas sociais construídas pelo próprio PS em fases anteriores";
7. "Falta de credibilidade, quer por incompetência quer por hipocrisia, dando o dito por não dito em demasiadas situações de pesadas consequências".

 

Mas Ana Benavente, ex-dirigente nacional do PS, que integrou o secretariado quando Ferro Rodrigues foi líder, não se fica por aqui e faz ainda mais acusaões:

- "[A liderança de Sócrates] tornou-se autocrata, distribuindo lugares e privilégios, ultrapassando até o 'centralismo democrático' de Lenine que tanto criticámos. Alimentando promiscuidades que recuso."
- "Sócrates e os seus amigos serviram-se de uma ideologia incompatível com a essência do socialismo democrático."
- "O PS hipotecou o seu papel na sociedade portuguesa e deixou-nos sem perspectivas de um futuro melhor. Assumiu o papel que antes pertencia aos centristas do PSD, ocupou o seu espaço e tornou o país mais pobre, política e economicamente.”

14 - Até quando...

… vão continuar a fazer obras públicas sem planeamento adequado, sem um mínimo de respeito pelas pessoas, como se as povoações fossem desertos.

Vem isto a propósito do que se está a passar há mais de dois anos em Beringel, com as obras de remodelação e execução das redes de água e esgotos domésticos e pluviais. Não é caso único nem sequer raro.

Quem anda a fazer as obras tomou conta da Vila, escavacou e esventrou as ruas como muito bem entendeu, deixando toda a Vila praticamente intransitável. E como se isto não fosse suficiente, não existe uma placa a informar o que estão a fazer, qual o prazo de execução, quem é o dono da obra, quem está a executá-la, como é financiada, … nada!

Não seria NORMAL que uma obra desta amplitude e consequências para as pessoas, tivesse sido planeada de forma a ser executada por zonas, só começando uma nova quando outra ficasse concluída? Que fossem colocadas placas com aquela informação nas entradas da Vila? Que as zonas onde decorrem os trabalhos fossem devidamente sinalizadas bem como os circuitos alternativos de trânsito?

Até quando as pessoas, as populações vão aguentar ser assim tratadas?

 

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