Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"O DIA SEGUINTE"

A questão que se nos coloca é a de saber como resistir e passar à ofensiva!

O combate para reerguer Portugal será um combate muito duro. Um combate que exige inteligência, coragem, flexibilidade táctica e definição clara de objectivos estratégicos e de políticas. Que aconselha a procura de entendimentos e de alianças políticas e sociais eficazes com incidência parlamentar e de governação.

Entendimentos e alianças com força suficiente para resistir ao golpe inconstitucional da direita e da extrema-direita parlamentares e dos mercados financeiros, forças animadas pela vitória do candidato que apoiaram nas eleições presidenciais de 23 de Janeiro de 2011.

Entendimentos e alianças que permitam alcançar objectivos constitucionais e patrióticos, na nova fase que os portugueses e o país estão a atravessar sob o jugo das instituições financeiras nacionais e internacionais, do directório radical da União Europeia, e do radicalismo do Fundo Monetário Internacional|FMI, cujo rotundo fracasso na Irlanda e na Grécia é já indisfarçável.

Como os últimos trinta e quatro anos mostram, e as eleições de Janeiro confirmam, nenhuma das actuais forças democráticas e de esquerda, só por si, está em condições de resolver a situação.

Sobretudo enquanto o PS continuar a ser o Cavalo de Tróia da direita e da extrema-direita parlamentares para penetrarem e destruírem por dentro a cidadela da democracia portuguesa, tal como a Constituição a acolhe.

As análises que as forças políticas, democráticas e de esquerda,  estão a fazer da situação que o país vive após as eleições presidenciais, em meu entender, são demasiados circunstanciais, não têm suficientemente em conta os dados novos da situação, não avançam nada de novo.

Nota: O artigo Dia Seguinte será publicado na Revista Alentejo de Fevereiro|Março|Abril.

António Murteira

Recebido por e-mail.

Bloco de Esquerda: razões de uma demissão

 

O apoio a Manuel Alegre não foi mais do que o segundo andamento dessa cacofonia, que define uma tendência, do meu ponto de vista absolutamente oposta aos princípios fundadores. Participar em comícios com ministros de Sócrates, ouvindo-os vociferar hipocritamente pela defesa do estado social e dos serviços públicos, significa um efectivo abdicar pelo Bloco dos seus princípios ético-políticos, e uma entrada desastrosa no possibilitismo da acção inconsequente. Confunde os militantes e o povo de esquerda, coloca o Bloco em terrenos, no mínimo, dúbios. Acresce que todos sabíamos que o apoio precipitado a Alegre significava um golpe fatal nessa candidatura, só justificável por tacticismo partidário.

Ler aqui todo o texto.

 

ANMP solidária com os autarcas, exige revogação do PO da Costa Vicentina e demissão do secretário de Estado do Ambiente

 

Os presidentes das câmaras de Alzejur, Odemira, Sines e Vila do Bispo exigiram a revogação do Plano de Ordenamento da Costa Vicentina e acusaram a tutela de ter um comportamento ”indigno, arrogante e prepotente”, pedindo a demissão do secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, a quem acusam de ser o “verdadeiro obreiro” e protagonista de “toda esta trapalhada”, apontando igualmente o dedo à ministra Dulce Pássaro por não estar “de boa fé” neste processo.
O secretário-geral da ANMP, afirmou que a associação está “totalmente solidária com a posição que os quatro municípios assumiram e com as populações que vivem nesses quatro municípios”, afirmando que “É pena se só se demitir agora, já se devia ter demitido há muito mais tempo. Só tem vindo a tomar atitudes políticas que só têm prejudicado as populações dessas áreas”.

“A luta continua, queremos o comboio”

 

… gritavam esta manhã, em uníssono, cerca de duas dezenas de pessoas, à chegada de um dos comboios de passageiros à estação da aldeia da Beirã, situada perto de Valência de Alcântara (Cáceres, Espanha), indignadas com a decisão da CP em suprimir os serviços regionais no ramal ferroviário de Cáceres, a partir de terça-feira, prometendo lutar para inverter a situação, porque não têm outros meios de transporte para se deslocarem para as grandes cidades, para poderem efetuar tratamentos médicos ou para resolverem outros assuntos.

Após a supressão do serviço de passageiros, no ramal de Cáceres apenas vão circular comboios de mercadorias, principalmente espanhóis, e um comboio internacional (Lisboa-Madrid), que passa pela estação da Beirã às primeiras horas da madrugada.

 

Centro de Estudos Geológicos e Mineiros do Alentejo vai ser instalado em Beja

O Laboratório Nacional de Energia e Geologia criou o Centro de Estudos Geológicos e Mineiros do Alentejo (CEGMA), que será instalado no Bairro do Pelame, em Beja, num terreno com uma área superior a 3000m², que está a ser negociado com a Câmara Municipal, com um investimento de cerca de 3,5 milhões de euros e deverá estar concluído dentro de 3 anos.

Este centro, que será uma fusão das instalações que o LNEG possui actualmente em Beja, Ferreira do Alentejo, Aparis (Barrancos) e São Luís (Cercal), “contribuirá para o estabelecimento de parcerias técnico-científicas nos domínios da metalogenia e mineralogia, cartografia geológica e mineira, estudos geoquímicos e levantamentos geofísicos”, segundo Machado Leite, vogal do Conselho Directivo do LNEG, que afirma que o minério da Faixa Piritosa Ibérica “é um grande potencial e uma importante riqueza nacional”, que importa “preservar e estudar”.

Ninho de Empresas de Marvão já tem sete empresas inscritas

O Ninho de Empresas de Santo António das Areias/Marvão, que tem por finalidade promover o empreendedorismo a nível local e regional, proporcionando a novas empresas, com cerca de 750 mil euros investidos, com espaço para escritórios e para pequenas indústrias e comércio servidas por gabinetes de apoio, cafetaria e recepção, vai permitir alojar 18 empresas, existindo já sete empresas portuguesas e espanholas inscritas.

Comentários recentes

  • Munhoz Frade

    O que repetidamente entre nós se assiste é sintoma...

  • Anónimo

    Mas é que não tenhas a minima dúvida.Está tudo pre...

  • Anónimo

    Isso ainda também se esfuma...

  • Anónimo

    Diz-se que o Dr. Frade anda calado porque prepara ...

  • Anónimo

    Abra-se a maternidade com pediatria no regime priv...

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds