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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Governo “empata” o processo de abertura do aeroporto de Beja

... acusam a AMBAAL e o NERBE, porque o Estado, accionista maioritário, faltou a Assembleia-geral da EDAB, apesar do secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, ter sido avisado da importância da reunião.

As duas instituições acusam o Executivo de José Sócrates de ter provocado “uma ausência intencional”. Jorge Pulido Valente, presidente da AMBAAL e da Câmara de Beja, afirma que o Governo “tem falta de vontade política” e Luís Serrano, presidente do NERBE, acusa o Governo de “estar distraído ou de férias”, sustentando que o projecto “é crucial para o Alentejo” e que todos os alentejanos “devem estar unido na reivindicação” da abertura do aeroporto.

Apesar da ausência do Estado, a EDAB e a ANA-Aeroportos apresentaram “um relatório exaustivo” das acções desenvolvidas e a desenvolver, para concluir o processo, segundo o qual o Governo tem pendentes as decisões de três pontos fundamentais: definir os termos e prazos em que a ANA deve abrir o aeroporto, o futuro da EDAB e a transferência de património da EDAB.

"Candidato-me pelo primado do interesse geral

 

… contra o clientelismo, contra os que pretendem capturar o Estado democrático, contra o amiguismo e contra a promiscuidade entre política e negócios”, disse Manuel Alegre, num almoço com apoiantes em Beja, apelando à “insubmissão” perante os mercados financeiros e contra o “provincianismo”.Uma candidatura que disse ser também pela “tolerância”, “abertura”, “liberdade – e não há liberdade sem liberdades” e “contra todas as formas de discriminação”.

Manuel Alegre afirmou ainda que é preciso “mudar o modelo de desenvolvimento” do País, “voltar à terra, voltar à agricultura” e “a produzir aquilo que precisamos”, esperando que “o Alqueva sirva para promover e desenvolver a agricultura” e enfatizando que é necessário “não esquecer os pequenos e médios agricultores”. Acrescentou que o País tem que “refazer” o tecido industrial e “pensar na economia doutra maneira” uma vez que “temos uma geração nova, muito mais qualificada do que as anteriores e que não encontra hoje resposta no mercado de trabalho”, defendendo uma mudança “para melhor” através do “desenvolvimento, de políticas de emprego, de estímulos à economia e do aproveitamento dos nossos recursos naturais”.

 

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  • Anónimo

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